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terça-feira, 24 de abril de 2012

25 de Abril

Imagem GI

25 de Abril, sempre !!!

Acreditámos que seriamos um País:

  • Livre
  • Democrático
  • Independente
  • Mais Solidário
Disseram-nos que para tal teríamos de nos esforçar, o que aceitámos, e então:

  • Estudámos, aprendemos, fizemos formação
  • Trabalhámos, fizemos a nossa parte - contribuímos, pagámos impostos
Entretanto, o que fizeram «Eles»:

  • Esbanjaram os recursos que lhes confiámos
  • Governaram-se (a si e a sua "matilha")
Resultado:

  • Não somos livres (ninguém é livre se não pode decidir por si)
  • A Democracia é uma grande mentira (não se pode considerar democrático quem obedece a interesses que não correspondem à representação que recebeu)
  • Somos cada vez mais DEPENDENTES dos detentores do capital e de organizações que nos controlam e impõe as suas regras (que acautelam única e exclusivamente os interesses da Oligarquia que os comanda)
  • No que respeita a solidariedade diria que se manifesta apenas na nossa capacidade de "solidariamente" ficar quietos enquanto tudo isto acontece debaixo do nosso nariz 
 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Controle da Informação

Imagem Google Images


A informação tem o poder de suscitar análise, reflexão e por fim gerar opinião.

Gente esclarecida tende a ter mais capacidade de organização intelectual e desenvolve mais facilmente mecanismos de reação, de propensão para interagir, por si mesmo, ou em grupo de forma a divulgar a opinião, e partilhá-la;

É pois, tudo isso que se pretende evitar a todo custo, com as leis em preparação (ACTA, SOPA), de que poderão ver aqui uma explicação em vídeo, muito simples mas clara.

A internet, tal como a conhecemos, com todo o seu potencial de partilha de informação, de citação de "partes relevantes" de determinada notícia, pura e simplesmente desaparecerá.  

A Televisão por seu turno, está ao serviço dos mesmos "interesses" chamemos--lhe assim, que mais não visam do que a massificação de programas de desinformação, de desculturação e desencorajamento fazendo-nos acreditar na inevitabilidade das medidas de subjugação e empobrecimento, a todos os níveis, que nos querem infringir os poderes estabelecidos, bombardeando-nos com novelas recheadas de traição e ódio familiar e social, com filmes de igual índole, enfim, conduzindo ao desânimo ao degradar da auto-estima colectiva, para que se nos afigure que somos os responsáveis pela desgraça que nos assola, e como tal merecemos pagar todos estes sacrifícios, para que "Eles" «leia-se os detentores do poder» nos controlem e "escravizem" a seu belo prazer.

Aquilo que agora nos é apontado como «os grandes objetivos» a alcançar depois de todos os enormes sacrifícios que nos são exigidos, nunca chegará...
em vez disso ficaremos tão pobres e irremediavelmente debilitados e dependentes que poderão conduzir-nos "como ovelhas" sem que tenhamos capacidade de reação. 

Este texto não encerra nenhuma intenção, nem como tal pode ser entendido, sendo única e exclusivamente fruto de opinião, resultante de informação livre ainda disponível; Amanhã poderia ser tarde demais... 

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Sentido Único


Noutros tempos a Mulher era vista como um ser menor, obediente, que não podia trabalhar, estando-lhe destinada a missão de cuidar os filhos e o lar. 

O amor era então uma questão menor, quase mesmo tabú, a dependência da mulher em termos económicos, e a sua dedicação, mesmo que forçada pelos hábitos, ao meio familiar tornavam-na um ser passivo e facilmente manipulável, assemelhando a sua existência à de uma escravatura consentida. O amor não era então mais que companheirismo e a paixão vista pelos homens como uma fraqueza. 
O divórcio era então entendido como algo impensável, muito por culpa da educação cristã que considerava o matrimónio um compromisso para a vida.

A emancipação da mulher, trouxe-lhes a igualdade de direitos, dos quais destacaria o acesso ao trabalho e a consequente independência económica, o que tem provocado uma alteração de mentalidades e uma inevitável  mudança dos hábitos de convivência familiar e em sociedade.

As mulheres de hoje trabalham, tem a seu cargo os filhos e a lide da casa, algumas-poucas-vezes ajudadas pelos cônjuges ou companheiros, por comodismo ou por falta de formação cívica, o que, as engrandece e faz crescer como seres humanos cada vez mais capazes.

Desta forma o "sentido único" do amor que dispensavam aos maridos alterou-se radicalmente, na medida em que se sentem mais seguras autónomas e capazes de conduzir e mudar as suas vidas;
Já os homens estão cada vez mais embrenhados na conquista do seu lugar ao sol, da progressão da sua carreira, e distraídos das suas obrigações conjugais, e, muitas vezes quando se dão conta que afinal não são insubstituíveis e que a única forma de manter uma relação é investindo de forma empenhada e continuada, iniciam uma tentativa desesperada de resgatar esse amor.

O que acontece é que, também agora este sentimento tem sentido único...

terça-feira, 1 de junho de 2010

Dia "Mundial" da Criança

Ilustração GI

Em Portugal, o dia das crianças é festejado em 1 de Junho, pois o mês de Maio homenageia Maria, mãe de Jesus. O dia da criança foi comemorado, pela primeira vez, no mundo inteiro a 1 de Junho de 1950.
O Dia Mundial da Criança, oficialmente, é 20 de novembro, data que a ONU reconhece como Dia Universal das Crianças por ser a data em que foi aprovada a Declaração dos Direitos da Criança.[1] Porém, a data efetiva de comemoração varia de país para país
 Fonte: wikipedia

As Crianças representam a esperança, por serem as gerações futuras, a que,temos hoje o dever de ajudar a crescer em harmonia,  proporcionando-lhe bem-estar, educação, saúde e as melhores condições de evolução e desenvolvimento como seres humanos livres e potencialmente felizes.

Do investimento que fizermos para disponibilizar-lhes tudo isto, aliado aos afectos que lhes dispensarmos, à atenção com que observarmos o seu comportamento, e  da nossa própria capacidade de adaptação aos novos tempos, dependerá, em grande parte o sucesso que alcançarão, e, o mais importante de tudo, os seres humanos em que se tornarão.

Quando se fala de crianças, a primeira ideia que nos ocorre é, sem dúvida, o flagelo da fome e a miséria em que vivem a maioria das crianças nos Países do "terceiro mundo", o trabalho infantil a que muitos se vêm obrigados, e o abandono de tantas crianças, que é hoje, inaceitável e condenável, embora compreensível pela grande miséria moral e económica, que quase sempre, está na sua origem.

As nossas crianças, os nossos filhos, são o nosso maior motivo de orgulho, por eles daremos a vida se necessário, revemos-nos nos seus sucessos e sofremos com os seus desaires. Nada demais, essa é, afinal, a missão do progenitor, a  responsabilidade que assume quando decide trazer ao mundo um novo ser.

Esse orgulho multiplica-se quando chegam os netos por serem "duplamente" nossos filhos, pela experiência acumulada, pela disponibilidade e, até mesmo, porque representa um "emendar a mão" e um certo saudosismo. 

terça-feira, 27 de abril de 2010

Visita do Papa a Portugal

Foto: IOmline
Todos, e cada um de nós, já terá certamente pensado quanto custa a Portugal a visita do sumo sacerdote, e, apesar das notícias vinculadas de que parte deste dinheiro advém de donativos, não deixaremos de nos questionar de onde provêm esses donativos? que necessidade tem o Vaticano dos donativos de alguém? Tanto mais sabendo-se que são os aflitos, os que passam necessidade e talvez fome, aqueles a quem a vida não sorri, e que são levados a acreditar que na igreja está a sua solução a sua salvação, que já são intimados a contribuir para que o Padre celebre missa na sua paróquia, dizia eu que são esses que fazem os seus donativos na esperança da "recompensa prometida"

Esta visita não é oportuna, por ser numa ocasião em que a igreja católica passa por dificuldades em esclarecer, claramente, porque encobriu práticas pedófilas por parte dos seus Padres;
Não é oportuna por ocorrer em época de crise económica generalizada;
Não é desejada porque todos sabemos que custará muito dinheiro aos bolsos de todos nós, e, a maior parte estou em crer que não  convidaria o Papa?!

Mas, alguém aproveitará tudo isto, porque nesses dias não terão que se preocupar, todas as atenções vão ser desviadas pela comunicação social para esta visita, e estarão a salvo de novas revelações sobre corrupção, estado da economia, endividamento do País e das famílias, desemprego, ou outras artimanhas políticas.

sábado, 24 de abril de 2010

Política de Verdade

By GI
Os Políticos são hoje uma classe mal vista na nossa sociedade, fruto dos constantes escândalos em que os vemos envolvidos, e da impunidade reinante, por parte da justiça relativamente aos inúmeros processos que acabam por não dar em nada, e por parte dos próprios órgãos "políticos também" da tutela pelo encobrimento, pela falta de actuação nestes casos, promovendo uma célere e eficaz averiguação e julgamento destes casos, e de moralização da actividade.

Dito isto, acresce ainda dizer claramente que todos temos responsabilidade no actual estado de coisas, uns porque não votam, outros porque votam de cruz (influenciados) e outros ainda que exercem o seu direito de voto de forma cooperativista no partido e não num projecto, num programa eleitoral ou num líder que possa imprimir uma nova dinâmica ao País.

Os nossos políticos, como muito bem afirmou Medina Carreira, são políticos de carreira que ingressam cedo nas fileiras das juventudes partidárias, onde têm tempo de aprender toda a engrenagem das influências político-partidárias, dos favores dos Jobs for the Boys, etc., ao invés de gente bem formada com comprovadas capacidades e vocação para o exercício de tão exigente profissão.

É inqualificável a forma como se defendem os "feudos", a impunidade escandalosa com que políticos, gestores públicos, e gente de referência na sociedade Portuguesa comete as mais diversas irregularidades, e as negociatas de monta, muitas vezes resolvidas com o dinheiro dos contribuintes.

Portugal, ou melhor, os Portugueses, todos e cada um de nós, temos que nos comprometer com o futuro e tomar atitudes que exijam destes "Senhores" seriedade, trabalho, muito trabalho, mais solidariedade social, mas menos facilitismo, e sobretudo da parte do poder judicial uma atitude diferente relativamente a problemas como a corrupção, o fim da protecção de determinadas franjas sociais, e, dos políticos, um arreigado sentido de serviço público, moderação nos gastos e fiscalização e exigência acrescida, para evitar os piores cenários tantas vezes já anunciados.

O Povo está hoje bastante mais esclarecido e informado, a "venda" da mentira e da arrogância semeadas serviram apenas para criar indignação e revolta. Já todos perceberam que enquanto uns quantos estão a enriquecer escandalosamente a maioria está desempregada, desprotegida em todos os sentidos e uma grande maioria a viver de rendimentos mínimos de ordenados incomparavelmente inferiores aos dos nossos parceiros europeus, e a pagar os bens essenciais, impostos etc. ao mesmo nível.  




sexta-feira, 16 de abril de 2010

Justiça e Indignação

By. Google Images


A justiça deve nortear-se por critérios de equidade e de igualdade para todos os cidadãos independente da cor da sua pele, da sua classe social ou sócio-profissional, da sua capacidade económica, e mesmo do seu "estatuto". Em resumo, ninguém pode, num estado de direito, estar a cima da lei.

Fazer tábua rasa de tudo isto é passível de criar forte indignação e mesmo revolta por parte daqueles que se sentem injustiçados, defraudados e descrentes no sistema judicial do seu País, e revoltados com a impunidade dos detentores de cargos públicos, ou "importantes" figuras públicas. Este "importantes" engloba gestores, administradores, Futebolistas, Políticos e outros pseudo-intelectuais, da nossa praça.
Pormenores técnico-processuais que retiram dos processos alguém que alegadamente recebeu, para seu uso, ou posto à sua disposição (ainda que entregue a uma qualquer causa), dinheiro que, em última análise saiu dos bolsos dos contribuintes, a troco de propaganda político-partidária de promoção de uma determinada figura "em apuros", emprestando a sua imagem, só pode ser entendido à luz da retribuição de favores, possibilitada pelo controle do poder judicial pelo poder político, o que é absolutamente inaceitável.

A destruição de "escutas" que foram certamente autorizadas e cuja legalidade rigorosamente observada, em devida altura, é posta em questão por órgão ou instância superior, cuja indigitação e manutenção nos cargos dependem dos presumíveis prevaricadores, o que lhes "rouba" a necessária isenção, e, logo propicia diferentes interpretações da mesma lei, é clara e indiscutivelmente um factor de grande indignação da sociedade.
Todos estes casos acabarão por destruir a imagem da nossa justiça, e levarão à descrença total no sistema, representado "um tiro no pé" dos intervenientes, quer dos supostos implicados nas "tramas" quer dos que ousam interpretar a lei de forma diferenciada.
 

domingo, 4 de abril de 2010

Igreja Católica à deriva

Ilustração.Google Images
Papa pede perdão ao Mundo pelos erros dos seus súbditos serviçais, mas todos sabemos do tempo que então havia decorrido, de encobrimento e de tentativa de camuflagem de tais práticas.

Há aqui um problema grave de "dupla face", dado que assume estar igualmente preocupado com criminosos e vítimas, mas protegeu enquanto  pode os seus mais directos servidores.

Infelizmente, todos sabemos que é prática comum, transferir de paróquia os prevaricadores, e tentar assim que o tempo se encarregue de fazer esquecer, e perdoar tais práticas; o grande problema é que normalmente se está, apenas, a transferir  o problema, com a agravante de facilitar por algum tempo a prática de tais actividades a coberto de uma falsa idoneidade moral e a facilitar-se a movimentação do "predador" por entre as suas vítimas, de forma  imoral, quase de cumplicidade "criminal".

A Igreja católica está debaixo de olho por estas e outras razões que se prendem com a injustificada riqueza acumulada, quer pelo Vaticano, quer pelos simples sacerdotes, e respectivas congregações, Dioceses e que mais.

As situações de excepção de que goza a Igreja Católica, em matéria Fiscal, só justificada pelo enorme poder que representa na formação da opinião pública, é absolutamente inaceitável.

Quem poderá fazer fé nas palavras do sermão proferido pelo Pároco que fala de injustiça social, dos deveres de solidariedade, e dos demais mandamentos, e recebe as "esmolas" de gente pobre e desprotegida.

Deus está muito mal servido, por gente envelhecida, com mentalidades retrógadas, que não soube acompanhar a evolução dos tempos, e por isso se afastam cada vez mais da realidade, ao mesmo tempo que afugentam os fiéis da Igreja e da Comunidade Cristã.

 

sábado, 20 de março de 2010

Portimão - Custos do Desenvolvimento

O desenvolvimento da Cidade de Portimão nos últimos anos criou fortes expectativas, nos seus munícipes e na comunidade em geral, quanto ao futuro, criando novas necessidades e exigências por parte destes em relação ao poder local.

A crise internacional influenciou negativamente os resultados obtidos pelo sector do turismo, principal impulsionador da economia local, tendo provocado um decréscimo significativo no Orçamento da Edilidade; para tal contribuiu igualmente a recessão económica, a quebra do investimento quer das empresas quer das famílias - os primeiros não criando novo emprego e os segundos restringindo o consumo e o investimento imobiliário- e do próprio Governo.

Por estas razões, não há Orçamento nem Planos de Actividades que se aguentem com todas estas contrariedades, daí resultando compreensivelmente algum desconforto ou descrédito das populações. É, especialmente, nestas alturas que os assessores de imprensa justificam os seus honorários, fazendo chegar às populações informação credível sobre toda esta problemática e as soluções que vão sendo encontradas, evitando especulações e aproveitamentos políticos.

O desenvolvimento caminha lado-a-lado com outros tantos novos problemas como o aumento da criminalidade, do consequente sentimento de insegurança, e o surgimento de novas comunidades que é necessário inserir.
Este é certamente um trabalho que envolve Câmara, Forças de Segurança, Associações Empresariais e todos os parceiros sociais que possam contribuir com o seu conhecimento, a sua experiência e vontade de servir a comunidade.
Muito deste trabalho exige discrição, e, é trabalho demorado e continuado, que a seu tempo chegará a  público.

O trabalho desenvolvido exige um crédito de confiança que os Portimonenses certamente saberão depositar nas mãos dos responsáveis pela tarefa nada simples de inverter o rumo dos últimos acontecimentos. 

domingo, 14 de março de 2010

Integração Social




A integração das Comunidades Imigrantes reveste-se de uma importância fulcral no bem-estar social, no combate à exclusão e à marginalização dessas comunidades, que se reflecte, mais cedo ou mais tarde, numa maior harmonia social e convivência pacífica, com benefícios para todos.


O mesmo se aplica, naturalmente, para as comunidades naturais mais desfavorecidas, no que respeita à sua integração em meios sociais que lhes promovam uma natural melhoria das suas condições de vida, nas vertentes habitacionais de educação e convívio social.


O aquartelamento destas franjas sociais em bairros desfavorecidos, onde, por norma já existem graves problemas sociais, em nada beneficiará nem os visados nem a comunidade en geral, já que, resulta quase invariavelmente na criação de guetos.


A experiência dos vários governos Europeus, e não só, quanto a esta realidade devia servir de base a um trabalho mais empenhado no estudo de soluções apoiadas nos resultados conseguidos, óbviando assim a repetição dos mesmos erros no futuro, ou, por outro lado, a adopção das medidas de sucesso entretanto implementadas.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Crónica Social







"O comboio da vida", aquele que nos leva ao lugar certo, um prédio de vários andares sem elevadores de escadarias íngremes e escorregadias, "só passa uma vez" ; Perdê-lo significa ter que desfazer as malas, arregaçar as mangas e recomeçar do zero. Quantos não terão já pensado nisto nos seus momentos de introspecção, quando o mundo parece desabar-lhes em cima, e se viram confrontados com o dilema de que não podiam adivinhar o rumo dos acontecimentos, ou mesmo que, em última análise, não lhes restavam alternativas, talvez até se trate de pré-destinação!??

Mas, também pode acontecer entrarmos no dito comboio, ficar deslumbrados com o tal prédio de vários andares, sentirmos que o nosso anjo protector nos tem finalmente sobre a sua alçada, e que temos finalmente a nossa oportunidade de, com esforço e perseverança ultrapassar todas as dificuldades (as tais escadarias).

É aqui que a família assume o seu papel, se os progenitores tiverem tido a oportunidade ,ou a capacidade, de preparar convenientemente os seus educandos, de ser o seu suporte, de aconselha-los, de proporcionar-lhes informação certamente que este percurso será mais fácil e sobretudo mais seguro.
Também os cônjuges são igualmente importantes nesta cruzada, estabelecendo objectivos comuns, remando no mesmo sentido, aceitando as diferenças, sem disputas nem concorrência, fomentando a entre-ajuda e partilhando os sucessos alcançados, ou assumindo os riscos envolvidos.

A nobreza do carácter humano mede-se pela sua capacidade de desfrutar com as coisas mais simples.

Mas, a sociedade consumista em que vivemos, aquilo em que nos tornaram é afinal o contrário, somos na generalidade desmedidamente ambiciosos, egoístas, egocêntricos e revoltados por não conseguir atingir os patamares de sucesso daqueles que nos são indicados como referência, sem, no entanto nos determos para pensar à custa de quê, de quanta desgraça, estes bem sucedidos lá chegaram, ou ainda se eles próprios não continuam insatisfeitos e não almejam sempre mais, atropelando quem se atravesse no seu caminho.
Como dizia o comentador Espanhol do canal de televisão La Sexta: La vida puede ser maravillosa;
Ou, parafazeando o meu primo Zé Abenta: La Vie c'est la merde parce que toujours on mange un peaux

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Petição Nacional contra Reformas acima dos 5000 Euros

 http://www.PNETpeticoes.pt

Para aqueles que não concordam com as exageradas reformas acima dos 5000 Euros, uma boa oportunidade de, subscrevendo esta petição, dar a conhecer a sua opinião.
Uma petição implica a identificação do subscritor, mas esse não deve constituir um pretexto para deixar passar a oportunidade de contribuir para uma consciencialização dos órgão de poder relativamente ao escândalo que representa, hoje mais que nunca, a atribuição de avultadas reformas a quem menos delas precisa.
A crescente divulgação dos inúmeros casos de corrupção, a indigitação de políticos desalojados dos seus cargos para administrações de empresas públicas ou que negoceiam com o Estado, os prémios pagos por desempenho a directores de bancos, que depois vimos a constatar serem meras falcatruas contabilísticas,  vem reforçar a ideia que esta gente não merece de forma alguma as chorudas reformas que acabam por conseguir.
Se de facto não queremos que este estado de coisas continue, se não queremos que estes comportamentos passem impunes, cabe a cada um de nós manifestar o seu descontentamento.
Ninguém deve ser premiado por mau desempenho, e, estes "Senhores" têm arruinado o nosso País e contribuido dessa forma para a degradação das condições de vida de todos nós.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Pobres Arrogantes

Queres ver um pobre arrogante dá-lhe a chave de um palheiro


Todos nós nos cruzámos alguma vez com pessoas simples, iguais a tantas outras, que, por mero acaso, porque tiveram oportunidades que outros não tiveram, porque subiram ás costas de alguém, ou porque sei lá, não interessa, aparecem num patamar diferente, em posições de comando, de direcção, ou de pura chefia temporal;

Aqueles que então eram os que mais reivindicavam os seus direitos, que sempre achavam que bastava trabalhar o suficiente para corresponder ao pouco que lhe pagavam, que eram os primeiros a descortinar nos seus chefes os piores defeitos, como a falta de consideração pelo trabalho e pelo esforço de produtividade que cada vez mais se exige ao trabalhador;

Tornaram-se rapidamente nos piores abutres, defensores do patronato, sempre desconfiados, por saberem das suas manhas antigas, enfim os carrascos daqueles que muitas vezes contríbuiram, ou ainda o fazem, para que possam ocupar a tal posição de destaque que os cega de vaidade.

Esquecem-se contudo que o mundo é redondo, e gira sem parar, e que as contas acertam-se cá deste lado!....

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Portimão debate Tráfico de Seres Humanos

Entre hoje e Sábado vai estar em debate o tema do tráfico de seres humanos, entre outros já aqui abordados no blog, com um enquadramento, que me parece de grande oportunidade, relacionando-o com a criminalidade em geral, e vulnerabilidades da imigração
 Veja a notícia do destak.pt

domingo, 8 de novembro de 2009

O Amor como motor da vida

A felicidade do ser humano depende de alguma forma da sua capacidade de amar.


Partilhar o que de melhor a vida nos oferece, e ter quem esteja do nosso lado nos piores momentos é certamente o desejo de todos.

Nascemos, em condições ditas normais, fruto do amor entre duas pessoas que se amam, e, que desejam o melhor do mundo para os seus filhos; depois as contrariedades e as dificuldades por cada um vivenciadas é que vão determinar aquilo em que nos tornamos.

Por vezes, essas vivências não correspondem às nossas expectativas e deixam-nos marcas, que adquirem diferentes padrões consoante a forma mais ou menos adequada que adoptamos lidar com o problema. De qualquer maneira teremos que ser sempre os primeiros a gostar de nós, a aceitarmo-nos, a tentar lidar com as nossas limitações e, sobretudo a potenciar as nossas qualidades.

Os anos trazem experiência, e ajudam-nos a olhar para trás e aprender com os erros, os nossos e os que não o sendo, influenciaram o nosso percurso de vida.

Ninguém gosta de viver só, mas muitos são os que dificilmente se adaptam a outra realidade por não terem vontade de ceder, por não acreditarem mais no outro, resultado quantas vezes de experiências mal sucedidas ou mesmo frustrantes. A promiscuidade que está ligada a situações de insegurança e instabilidade emocionais, atira o ser humano para um estado de insatisfação e revolta muitas vezes sem retorno.

O amor não se procura, encontra-se; Estamos mais disponível para amar aqueles que sentimos que nos amam, fomentá-lo será a melhor forma de colher de volta a nossa sementeira,

Mesmo quando percebermos que não fomos totalmente correspondidos, poderemos sempre rever a qualidade da semente.

sábado, 17 de outubro de 2009

Luta Contra a Pobreza

A solidariedade de cada um de nós pode sem dúvida ser muito importante, sobretudo em momentos de crise como os que vivemos. Cada pequena contribuição pode fazer a diferença para quem está de facto necessitado.
Contudo põe-se uma questão importante que é saber se aquilo que, por vezes com esforço, nos dispomos a partilhar, chega de facto às mãos dos necessitados. Casos há de peditórios feitos com determinados fins, nomeadamente comida e roupas que ficaram a apodrecer em armazéns por falta de condições logísticas para os enviar aos países de destino.
Quer, no entanto, parecer-me que cabe aos Governos o principal papel no que respeita à solidariedade social, e no caso concreto, à luta contra a pobreza, em muitos casos contra a fome.
Os contribuintes, todos nós, os que agora necessitam também , já estamos obrigados a contribuir, já pagamos os nossos impostos.
Caberia pois ao Estado ser mais solidário, gastando menos no supérfluo para disponibilizar mais meios de combate a este flagelo.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Os Meus, os Teus e os Nossos Filhos

Os novos tempos trouxeram consigo novos modelos de família, fruto de novas  realidades sociais e distintas formas de encarar a instituição casamento a elas subjacentes.
Assistimos à libertação da mulher, à aceitação da realidade que constitui a igualdade de oportunidades independentemente do sexo. As mulheres tomaram consciência dos seus direitos e aprenderam a ser mais exigentes no que respeita ao seus cônjuges, companheiros ou maridos.
Esta evolução fez disparar o número de divórcios, até então mal visto socialmente, e humanizou-o, no sentido em que permitiu desmontar a ideia feita do compromisso para a vida, passando ao novo conceito de se não nos entendemos mais vale separarmos-nos.

È então que passam a multiplicar-se os casamentos ou uniões de facto entre casais de divorciados.
Uma boa parte trazem consigo os filhos de casamentos anteriores, e para selar o amor entre eles geram novos seres. Temos assim os meus, teus e nossos filhos.
Já não era tarefa fácil aos pais educar filhos de ambos, imagine-se agora com todas as condicionantes exteriores (influência do progenitor ausente) , acrescido do facto de haver naquelas vidas alguém estranho, que ocupa o lugar de seu pai ou mãe?!
Não há regra sem excepção, e obviamente que nalguns casos o ambiente familiar pode até melhorar, mas subsistirá sempre, em alturas de crise, a habitual "tu não és meu pai ou minha mãe", não te metas...

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Sociedade

Família

Núcleo parental de referência, a instituição família sofreu alterações profundas no último quarto de século.
Tornou-se vulgar o conceito de família mono-parental em que um dos cônjuges, normalmente a mãe fica com a dura tarefa de educar os filhos, trabalhar para assegurar o sustento da casa, e cuidar das lides domésticas. Árdua tarefa, diria eu, que não lhe deixa espaço para cuidar da sua própria vida, e, reorganizar-se sentimentalmente, se assim o entendesse, com todos os benefícios óbvios que daí adviriam para todos.
Estas mães teriam todo direito de ser ajudadas pelo Estado, sempre que se provasse que o pai ausente não contribui de forma adequada e suficiente para proporcionar aos membros da família uma vida digna e educação. A regulação do poder paternal deve ser entendida de forma mais dinâmica e abrangente, não se cingindo a estabelecer as visitas e pensão de alimentos. Mesmo estes dois temas deviam ser revistos imediatamente a pedido de qualquer das partes.

Juventude

Que os nossos jovens representam o futuro, estamos todos de acordo. Mas sabendo isto, porque não apostamos neles, porque não lhe proporcionamos meios adequados para Educação, Formação Profissional, e integração no mercado de trabalho?
Porque não lhes facilitamos a criação de micro-empresas relacionadas com as suas áreas, porque não pomos a funcionar convenientemente todos os CACE's, sem burocracias exageradas, porque não apoiamos a criação de pólos tecnológicos ligados ás universidades e escolas, porque não se estabelecem parcerias que verdadeiramente criem novas oportunidades de emprego e desenvolvimento regional?

Violência de Género

Verdadeira chaga social, a violência no seio familiar reveste-se de um significado alarmante porquanto acontece justamente num ambiente onde era suposto prevalecerem os afectos, onde supostamente estariam a salvo de qualquer ameaça, e protegidos por aqueles que afinal um dia poderão ser os seus carrascos.
Urge então criar oportunidades aos agressores de se tratarem convenientemente, e sobretudo proporcionar às vítimas todos os meios de denúncia e socorro, sem hesitações porque a vida desta gente pode depender da prontidão da ajuda.



Natalidade

Cada dia, cada minuto, por assim dizer, assistimos ao envelhecimento da nossa população veja aqui:
http://www.breathingearth.net/

Passem o rato por cima dos países e vejam os dados da mortalidade e natalidade