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sábado, 28 de abril de 2012

Tribunal de Portalegre pioneiro em Portugal

Imagem GI

Uma sentença inédita do tribunal de Portalegre determinou que a entrega de uma casa ao banco liquida o empréstimo em dívida. Um dos argumentos utilizado pelo juiz foi que havia um enriquecimento injustificado por parte do banco.


Vejam aqui o vídeo Sic Notícias 
ou na TVI, sobre este assunto de todo o interesse para inúmeras famílias Portuguesas


Deixem-me acrescentar que este é um assunto de grande acuidade que estará no topo das preocupações das famílias de médios recursos em Portugal, e que por assim o ter entendido utilizei a plataforma do site do Primeiro Ministro para criar um movimento que alertava para esta tremenda injustiça, vejam aqui Movimento pela Co-Responsabilização dos Bancos

Como poderão verificar pelo número de apoiantes, este não parecia ser um movimento "possível" de levar avante;

Talvez o problema não esteja tanto na dificuldade de mudar algo com que não concordamos e que entendemos estar profundamente errado e contaminado de injustiça,

O problema é que nos têm de tal forma "amedrontados" e "controlados" que estamos «uma grande maioria» resignados a aceitar tudo como se fosse irremediável...

Pois, essa é a maior mentira que nos tentam vender!!!!






quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Carlos Silvino diz que foi obrigado a mentir para suportar as acusações no processo da Casa Pia - Sociedade - PUBLICO.PT

Foto: Público/Sara Matos


Numa entrevista gravada pela revista Focus, e de que a SIC passou parte no Jornal da Noite, o antigo motorista da Casa Pia garante que nunca transportou rapazes para as casas de Elvas, da Avenida da Forças Armadas e outras referenciadas no processo, para onde dissera antes ter transportado alunos para participarem em orgias envolvendo os outros arguidos. 
..“Tive que dizer tudo com pena dos rapazes, que tinham levado bastante porrada. Via-se nos corredores [da Polícia Judiciária]”, afirma Silvino, que garante também ter feito todos os depoimentos sob o efeito de medicação e insinua também que lhe era sempre dado um copo com água “que não sabia o que tinha”. “Sempre que fui à Polícia Judiciária tomava aquele copo de água e sempre que regressava à prisão não me sentia bem, transpirava”, explicou..
Veja a notícia do Público

Muito mal iria o nosso sistema judicial, e as nossas polícias, a fazer fé nestas declarações, o que já não nos estranha; de qualquer forma a possibilidade de haver nestas declarações um fundo de verdade, de estarem a ser julgadas e condenadas pessoas diferentes dos verdadeiros criminosos, a soldo de interesses (não interessa quais), deve merecer que sejam feitas diligências no sentido de se apurar " a verdade "

sábado, 24 de abril de 2010

Política de Verdade

By GI
Os Políticos são hoje uma classe mal vista na nossa sociedade, fruto dos constantes escândalos em que os vemos envolvidos, e da impunidade reinante, por parte da justiça relativamente aos inúmeros processos que acabam por não dar em nada, e por parte dos próprios órgãos "políticos também" da tutela pelo encobrimento, pela falta de actuação nestes casos, promovendo uma célere e eficaz averiguação e julgamento destes casos, e de moralização da actividade.

Dito isto, acresce ainda dizer claramente que todos temos responsabilidade no actual estado de coisas, uns porque não votam, outros porque votam de cruz (influenciados) e outros ainda que exercem o seu direito de voto de forma cooperativista no partido e não num projecto, num programa eleitoral ou num líder que possa imprimir uma nova dinâmica ao País.

Os nossos políticos, como muito bem afirmou Medina Carreira, são políticos de carreira que ingressam cedo nas fileiras das juventudes partidárias, onde têm tempo de aprender toda a engrenagem das influências político-partidárias, dos favores dos Jobs for the Boys, etc., ao invés de gente bem formada com comprovadas capacidades e vocação para o exercício de tão exigente profissão.

É inqualificável a forma como se defendem os "feudos", a impunidade escandalosa com que políticos, gestores públicos, e gente de referência na sociedade Portuguesa comete as mais diversas irregularidades, e as negociatas de monta, muitas vezes resolvidas com o dinheiro dos contribuintes.

Portugal, ou melhor, os Portugueses, todos e cada um de nós, temos que nos comprometer com o futuro e tomar atitudes que exijam destes "Senhores" seriedade, trabalho, muito trabalho, mais solidariedade social, mas menos facilitismo, e sobretudo da parte do poder judicial uma atitude diferente relativamente a problemas como a corrupção, o fim da protecção de determinadas franjas sociais, e, dos políticos, um arreigado sentido de serviço público, moderação nos gastos e fiscalização e exigência acrescida, para evitar os piores cenários tantas vezes já anunciados.

O Povo está hoje bastante mais esclarecido e informado, a "venda" da mentira e da arrogância semeadas serviram apenas para criar indignação e revolta. Já todos perceberam que enquanto uns quantos estão a enriquecer escandalosamente a maioria está desempregada, desprotegida em todos os sentidos e uma grande maioria a viver de rendimentos mínimos de ordenados incomparavelmente inferiores aos dos nossos parceiros europeus, e a pagar os bens essenciais, impostos etc. ao mesmo nível.  




sexta-feira, 16 de abril de 2010

Justiça e Indignação

By. Google Images


A justiça deve nortear-se por critérios de equidade e de igualdade para todos os cidadãos independente da cor da sua pele, da sua classe social ou sócio-profissional, da sua capacidade económica, e mesmo do seu "estatuto". Em resumo, ninguém pode, num estado de direito, estar a cima da lei.

Fazer tábua rasa de tudo isto é passível de criar forte indignação e mesmo revolta por parte daqueles que se sentem injustiçados, defraudados e descrentes no sistema judicial do seu País, e revoltados com a impunidade dos detentores de cargos públicos, ou "importantes" figuras públicas. Este "importantes" engloba gestores, administradores, Futebolistas, Políticos e outros pseudo-intelectuais, da nossa praça.
Pormenores técnico-processuais que retiram dos processos alguém que alegadamente recebeu, para seu uso, ou posto à sua disposição (ainda que entregue a uma qualquer causa), dinheiro que, em última análise saiu dos bolsos dos contribuintes, a troco de propaganda político-partidária de promoção de uma determinada figura "em apuros", emprestando a sua imagem, só pode ser entendido à luz da retribuição de favores, possibilitada pelo controle do poder judicial pelo poder político, o que é absolutamente inaceitável.

A destruição de "escutas" que foram certamente autorizadas e cuja legalidade rigorosamente observada, em devida altura, é posta em questão por órgão ou instância superior, cuja indigitação e manutenção nos cargos dependem dos presumíveis prevaricadores, o que lhes "rouba" a necessária isenção, e, logo propicia diferentes interpretações da mesma lei, é clara e indiscutivelmente um factor de grande indignação da sociedade.
Todos estes casos acabarão por destruir a imagem da nossa justiça, e levarão à descrença total no sistema, representado "um tiro no pé" dos intervenientes, quer dos supostos implicados nas "tramas" quer dos que ousam interpretar a lei de forma diferenciada.