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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Falência anunciada

Ilustração GI
Os últimos dias têm sido férteis em notícias sobre a real situação económica do País, a falta de soluções válidas para resolver o problema do défice, a descredibilização constante e crescente do governo, o virar de costas do principal partido da oposição, por falta de confiança, quer na capacidade do governo de enfrentar a situação de forma séria e capaz, quer por descrédito total na figura do primeiro ministro.

Antigos Ministros das Finanças e Economistas de renome criticam a falta de coragem política para reduzir a despesa pública , modernizar o tecido empresarial e fomentar a criação de emprego, e co-responsabilizar os Bancos com a actual situação, retirando-lhes benefícios fiscais injustificados e, taxando os seus lucros como vulgares empresas que são. A acumulação de reformas dos detentores de cargos públicos e dos quadros superiores das empresas de capitais públicos são outra das contestações que ganha cada vez mais peso na opinião pública em geral.

Preocupante é também o facto de, cada vez mais, o Estado ser mau pagador; pagando mal aos seus fornecedores, o que estrangula a economia, e, ultimamente utilizando desculpas "gastas" de erro de processamento, atrasando mesmo o pagamento de prestações sociais e vencimentos.
Nas Forças Armadas, por exemplo, há atrasos injustificados de suplementos remuneratórios, sem nenhuma explicação. Ninguém pode prever por quanto tempo mais as autarquias poderão continuar a pagar atempadamente os vencimentos do pessoal, conhecidas que são as dificuldades de financiamento e a esperada quebra de receitas e os cortes nas transferências do poder central, tudo isto conjugado com situações de forte endividamento em que se encontram a grande maioria dos municípios.



quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Sem Favores

Os Bancos, como qualquer empresa, se não forem bem administrados, são ainda mais vulneráveis em alturas de crise.
Neste caso, como já disse alguém. Os Bancos devem um pedido de desculpas ao mundo, porque a crise começou por ser financeira e arrastou consigo todos os sectores da economia,e,é o resultado de negócios especulativos e de "jogos" bolsistas.
Mas isto são considerações, por demais conhecidas.
O importante desta notícia é perceber que nos países desenvolvidos, como é o caso da Holanda, não existe tratamento de favor para os bancos nem para os banqueiros

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Holandês DSB entra em falência - Economia - DN