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sábado, 8 de maio de 2010

(R)Evolução Popular

Image: GI
O acesso generalizado à Internet tem constituído uma enorme fonte de aculturação e informação cujas consequências não estavam previstas e sobre as quais muitos grupos de trabalho se têm debruçado.

Estas novas realidades processam-se hoje a uma velocidade incrível que nos permite a cada segundo manter-mo-nos actualizados sobre os mais variados temas do nosso interesse e utilizando várias fontes, o que permite cruzar informação e assim, formar opinião de uma forma muito eficaz e consistente.

Ora acontece que, toda esta informação pode ser reenviada das mais diversas formas a todos os nossos sítios habituais, aos nossos contactos, ás chamadas redes sociais, deixar links de redireccionamento nos nossos fóruns, comentários etc., o que faz com que, não só a informação circule a uma velocidade antes impensável, como ainda, e sobretudo, que chegue a um número ilimitado de utilizadores.

Gente  mais e melhor informada significa gente com um maior sentido de crítica e mais alerta. 

A falta de solidariedade, os casos de corrupção, a falta de justiça, a fraca qualidade da nossa classe política, o endividamento do País e das famílias, os casos de injustificada e imerecida riqueza súbita dos detentores de cargos públicos, as negociatas do Estado desbaratando dinheiros públicos e agravando cada dia mais a economia, as vergonhosas reformas dos políticos e administradores das empresas públicas, e os chorudos e injustificados salários milionários dessas mesmas empresas, estão, cada vez mais, a ser denunciados por todas as formas e, as páginas que os noticiam recebem um número crescente de visitas e comentários que asseguram que:

Muita coisa terá de mudar, ou assistiremos, mais cedo do que se imagina, a uma "Revolta Popular"

sábado, 17 de outubro de 2009

Luta Contra a Pobreza

A solidariedade de cada um de nós pode sem dúvida ser muito importante, sobretudo em momentos de crise como os que vivemos. Cada pequena contribuição pode fazer a diferença para quem está de facto necessitado.
Contudo põe-se uma questão importante que é saber se aquilo que, por vezes com esforço, nos dispomos a partilhar, chega de facto às mãos dos necessitados. Casos há de peditórios feitos com determinados fins, nomeadamente comida e roupas que ficaram a apodrecer em armazéns por falta de condições logísticas para os enviar aos países de destino.
Quer, no entanto, parecer-me que cabe aos Governos o principal papel no que respeita à solidariedade social, e no caso concreto, à luta contra a pobreza, em muitos casos contra a fome.
Os contribuintes, todos nós, os que agora necessitam também , já estamos obrigados a contribuir, já pagamos os nossos impostos.
Caberia pois ao Estado ser mais solidário, gastando menos no supérfluo para disponibilizar mais meios de combate a este flagelo.