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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Lei da rolha

Imagem GI


Como poderão aferir pela descontinuidade na actutalização do blog algo de estranho se passa quando deixamos de entender importante manifestar a nossa opinião e mostrar a nossa indignação. 

Quando não temos nada de construtivo para dizer, quando nos sentimos ultrajados e espoliados dos nossos direitos fundamentais, percebemos que de nada valerá continuar a remar contra a maré de forma diplomática e civilizada.

Como alguém diz e muito bem as revoluções não se anunciam....

domingo, 3 de abril de 2011

Evolução do Défice

Imagem Google

A VERDADE DOS NUMEROS:

96 - PIB + 3.7% - Guterres PS - Dívida 55,3 mil milhões = 58,3% do PIB
97: +4.4 - Guterres PS - Dívida 56,9 mil milhões - 54,4% PIB
98: +5.0 - Guterres PS - Dívida 58,4 mil milhões - 50,4% PIB
99: +4.1 - Guterres PS - Dívida 63,1 mil milhões - 49,6% PIB
00: +3.9 - Guterres PS - Dívida 66,1 mil milhões - 48,5% PIB
01: +2.0 - Guterres PS - Dívida 72,4 mil milhões - 51,2% PIB
02: +0.7 - Guterres PS - Dívida 79,4 mil milhões - 53,8% PIB
03: - 0.9 - Barroso PSD - Dívida 83,3 mil milhões - 55,9% PIB
04: +1.6 - Barroso/Santana Lopes PSD - Dívida 90,7 mil milhões - 57,6% PIB
05: +0.8 - Sócrates PS - Dívida 101,7 mil milhões - 62,8% PIB
06: +1.4 - Sócrates PS - Dívida 108,5 mil milhões - 63,9% PIB
07: +2.4 - Sócrates PS - Dívida 112,8 mil milhões - 68,3% PIB
08: +0.0 - Sócrates PS - Dívida 118,4 mil milhões - 71,6% PIB
09: - 2.5 - Sócrates PS - Dívida 132,7 mil milhões - 82,9% PIB
10: +1.4 - Sócrates PS - Dívida 151,7 mil milhões - 92,4% PIB
Fonte: indignadologia.blogs.sapo

sexta-feira, 4 de março de 2011

Ponto da situação na Bélgica

Foto RTL/GI


Esta Sexta - feira, 4 de marco de 2011, uma greve geral  convocada pelos sindicatos socialistas e liberais contra o acordo central ocorre na Bélgica.

Vários eventos estão programados durante o dia.


No início da manhã, barragens filtro foram instalados (listagem não exaustiva):

  • sobre o acesso ao zoneamento de Nivelles-Sud (saída 25 e ignorando o Centro Nacional de Cidade)
  • sobre o N25 eo rotunda Corroy Louvain-la-Neuve
  • na N4 e na encruzilhada Etoile em Wavre
  • rotunda da zona industrial de Eigenbrakel
  • em Wauthier-Braine
  • Delta do E411
  • Reyers a partir do E40
  • Rue de la Loi
  • Industrial Boulevard
  • Avenue Charles Quint
  • o zoneamento de Seneffe
  • o zoneamento de Ghislenghien

Em Nível de Trânsito:

  • BITS: Metro e linhas de eléctrico (1, 2, 5 e 6) e autocarros  (63, 65, 66, 84) que circulam quase normalmente com 80% dos serviços segurados. A situação é mais distorcido em outras linhas que são realizadas entre 25 e 75%.
  • TCE: As perturbações mais importantes são armazenados em redes de Liège e Charleroi. Em regiões de Namur, Hainaut e Brabante Valão, o movimento é seguido por 30 a 50% do pessoal).
  • SNCB: Pouca ou nenhuma perturbação, mas que poderá haver atrasos devido à iniciativa pessoal de alguns motoristas. Também em Guillemins o ponto de encontro da FGTB  por volta 10hrs.
  • Aeroportos: Somente o aeroporto de Liège deve ter problemas por causa de piquetes.

No que respeita a outros sectores, é difícil, neste momento, saber a percentagem de grevistas, desconhece-se a mobilização em geral, mas a maioria dos supermercados devem permanecer fechados na Valónia.

Fonte: Mondial Info

sábado, 6 de novembro de 2010

Explosão Social

Imagem Google


Estamos no limiar da explosão social. Apontamos o dedo às grandes obras, que têm obrigado a cortar no investimento público para as populações. Temos trabalhadores a passar fome e a ir buscar comida aos centros paroquiais"

Notícia Correio da Manhã


Os Funcionários Públicos estão na linha da frente da contestação às políticas "de miséria" deste governo, e, esta afirmação "Estamos no limiar da explosão social" Deve ser  entendido como um aviso sério, porque não tenhamos dúvidas que todos esperam apenas o atear do rastilho para que algo de incontrolável possa acontecer.
Alguém disse que «Um dia, cansado de tanta injustiça, de tanta corrupção, e no limiar da pobreza e da fome, o POVO revoltar-se-à... 

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Mais Poderes vs Menos Justiça


PGR vai analisar acusações contra família de José Sócrates
A Procuradoria Geral da República pediu ao Tribunal de Loures informações sobre o envio da certidão com declarações de um dos arguidos no julgamento de Mário Machado sobre um suposto «desvio de 383 milhões de euros», envolvendo familiares de José Sócrates
Aguardemos os desenvolvimentos desta notícia, esperando, sinceramente que não caía, mais uma vez, tudo em saco roto.

domingo, 20 de junho de 2010

Portimão - Cidade de Portimão Blog

Ilustração Google Images
Seguia o Blog Cidade de Portimão com a atenção de quem espera sempre encontrar notícias da cidade e as excelentes fotos ali publicadas.

Os Blogs tornaram-se Jornais de Parede, onde é possível publicar artigos de carácter Local, Regional ou Nacional, sob as mais diversas formas, de notícia, opinião, e que permitem aos visitantes comentar, livremente, ou depois de uma avaliação do moderador, de forma identificada ou anónima.

Na minha opinião, é justamente aqui que surge a maior dificuldade na gestão do Blog, uma vez que moderar os comentários pode parecer uma forma encapotada de censura, e, não o fazer pode originar um ambiente de maledicência, ataque pessoal ou mesmo institucional.

Tudo isto a propósito do final do Blog Cidade de Portimão, de Gonçalo Gomes, que me pareceu dalguma forma anunciado pelo post sem foto de uma das colaboradoras, que contribuía com fotos de inegável qualidade, e, que ainda tive tempo de comentar.

Para Gonçalo Gomes e todas as Pessoas que estavam no Blog com o único intuito de servir sem se servirem, o meu obrigado, a minha total solidariedade, e o meu até sempre!!!


sábado, 8 de maio de 2010

(R)Evolução Popular

Image: GI
O acesso generalizado à Internet tem constituído uma enorme fonte de aculturação e informação cujas consequências não estavam previstas e sobre as quais muitos grupos de trabalho se têm debruçado.

Estas novas realidades processam-se hoje a uma velocidade incrível que nos permite a cada segundo manter-mo-nos actualizados sobre os mais variados temas do nosso interesse e utilizando várias fontes, o que permite cruzar informação e assim, formar opinião de uma forma muito eficaz e consistente.

Ora acontece que, toda esta informação pode ser reenviada das mais diversas formas a todos os nossos sítios habituais, aos nossos contactos, ás chamadas redes sociais, deixar links de redireccionamento nos nossos fóruns, comentários etc., o que faz com que, não só a informação circule a uma velocidade antes impensável, como ainda, e sobretudo, que chegue a um número ilimitado de utilizadores.

Gente  mais e melhor informada significa gente com um maior sentido de crítica e mais alerta. 

A falta de solidariedade, os casos de corrupção, a falta de justiça, a fraca qualidade da nossa classe política, o endividamento do País e das famílias, os casos de injustificada e imerecida riqueza súbita dos detentores de cargos públicos, as negociatas do Estado desbaratando dinheiros públicos e agravando cada dia mais a economia, as vergonhosas reformas dos políticos e administradores das empresas públicas, e os chorudos e injustificados salários milionários dessas mesmas empresas, estão, cada vez mais, a ser denunciados por todas as formas e, as páginas que os noticiam recebem um número crescente de visitas e comentários que asseguram que:

Muita coisa terá de mudar, ou assistiremos, mais cedo do que se imagina, a uma "Revolta Popular"

sábado, 24 de abril de 2010

Política de Verdade

By GI
Os Políticos são hoje uma classe mal vista na nossa sociedade, fruto dos constantes escândalos em que os vemos envolvidos, e da impunidade reinante, por parte da justiça relativamente aos inúmeros processos que acabam por não dar em nada, e por parte dos próprios órgãos "políticos também" da tutela pelo encobrimento, pela falta de actuação nestes casos, promovendo uma célere e eficaz averiguação e julgamento destes casos, e de moralização da actividade.

Dito isto, acresce ainda dizer claramente que todos temos responsabilidade no actual estado de coisas, uns porque não votam, outros porque votam de cruz (influenciados) e outros ainda que exercem o seu direito de voto de forma cooperativista no partido e não num projecto, num programa eleitoral ou num líder que possa imprimir uma nova dinâmica ao País.

Os nossos políticos, como muito bem afirmou Medina Carreira, são políticos de carreira que ingressam cedo nas fileiras das juventudes partidárias, onde têm tempo de aprender toda a engrenagem das influências político-partidárias, dos favores dos Jobs for the Boys, etc., ao invés de gente bem formada com comprovadas capacidades e vocação para o exercício de tão exigente profissão.

É inqualificável a forma como se defendem os "feudos", a impunidade escandalosa com que políticos, gestores públicos, e gente de referência na sociedade Portuguesa comete as mais diversas irregularidades, e as negociatas de monta, muitas vezes resolvidas com o dinheiro dos contribuintes.

Portugal, ou melhor, os Portugueses, todos e cada um de nós, temos que nos comprometer com o futuro e tomar atitudes que exijam destes "Senhores" seriedade, trabalho, muito trabalho, mais solidariedade social, mas menos facilitismo, e sobretudo da parte do poder judicial uma atitude diferente relativamente a problemas como a corrupção, o fim da protecção de determinadas franjas sociais, e, dos políticos, um arreigado sentido de serviço público, moderação nos gastos e fiscalização e exigência acrescida, para evitar os piores cenários tantas vezes já anunciados.

O Povo está hoje bastante mais esclarecido e informado, a "venda" da mentira e da arrogância semeadas serviram apenas para criar indignação e revolta. Já todos perceberam que enquanto uns quantos estão a enriquecer escandalosamente a maioria está desempregada, desprotegida em todos os sentidos e uma grande maioria a viver de rendimentos mínimos de ordenados incomparavelmente inferiores aos dos nossos parceiros europeus, e a pagar os bens essenciais, impostos etc. ao mesmo nível.  




sexta-feira, 16 de abril de 2010

Justiça e Indignação

By. Google Images


A justiça deve nortear-se por critérios de equidade e de igualdade para todos os cidadãos independente da cor da sua pele, da sua classe social ou sócio-profissional, da sua capacidade económica, e mesmo do seu "estatuto". Em resumo, ninguém pode, num estado de direito, estar a cima da lei.

Fazer tábua rasa de tudo isto é passível de criar forte indignação e mesmo revolta por parte daqueles que se sentem injustiçados, defraudados e descrentes no sistema judicial do seu País, e revoltados com a impunidade dos detentores de cargos públicos, ou "importantes" figuras públicas. Este "importantes" engloba gestores, administradores, Futebolistas, Políticos e outros pseudo-intelectuais, da nossa praça.
Pormenores técnico-processuais que retiram dos processos alguém que alegadamente recebeu, para seu uso, ou posto à sua disposição (ainda que entregue a uma qualquer causa), dinheiro que, em última análise saiu dos bolsos dos contribuintes, a troco de propaganda político-partidária de promoção de uma determinada figura "em apuros", emprestando a sua imagem, só pode ser entendido à luz da retribuição de favores, possibilitada pelo controle do poder judicial pelo poder político, o que é absolutamente inaceitável.

A destruição de "escutas" que foram certamente autorizadas e cuja legalidade rigorosamente observada, em devida altura, é posta em questão por órgão ou instância superior, cuja indigitação e manutenção nos cargos dependem dos presumíveis prevaricadores, o que lhes "rouba" a necessária isenção, e, logo propicia diferentes interpretações da mesma lei, é clara e indiscutivelmente um factor de grande indignação da sociedade.
Todos estes casos acabarão por destruir a imagem da nossa justiça, e levarão à descrença total no sistema, representado "um tiro no pé" dos intervenientes, quer dos supostos implicados nas "tramas" quer dos que ousam interpretar a lei de forma diferenciada.
 

terça-feira, 9 de março de 2010

Pedro Passos Coelho

Mudar

Vivemos, em quase todo o mundo, uma crise acentuada. À superfície, esta crise global tem uma feição económica e social que associamos à crise financeira despoletada pelo subprime há cerca de ano e meio. Mas sabemos que, no fundo, ela esconde um conjunto de transformações muito mais vasto que vem afectando todo o mundo. Significa isto que, mesmo quando conseguirmos ultrapassar as dificuldades da crise económica que emergiu com a crise financeira, teremos de enfrentar novos problemas que estão a desenvolver-se lentamente desde há alguns anos e que representam o despontar de alterações importantes nas nossas sociedades - desde o modo como é criada a riqueza e os novos (des)equilíbrios entre aqueles que disputam o crescimento económico, passando pela forma como encaramos o papel dos Estados e das suas instituições tradicionais ou como organizamos a nossa vida e a projectamos com as novas gerações, e até aos aspectos ligados à sustentabilidade da exploração dos recursos naturais.
 Extraído de:Mudar - Pedro Passos Coelho
Depois de um Senhor na Política que dava pelo nome de Francisco Sá Carneiro, muitos Portugueses desacreditaram que alguma vez pudesse voltar alguém com esse carisma e vontade de servir o País.

Pois bem, em momentos difíceis como o que vivemos, apenas os melhores se atrevem a segurar o leme e colocar-se ao serviço daquilo em que acreditam.

Portugal precisa de gente determinada em assumir responsabilidades, mas sobretudo de gente com coragem de cortar com o passado e assumir riscos, que arrume a casa e nos devolva a esperança.

Sobretudo em nome das gerações mais jovens, dos meus filhos e netos...

Força Pedro!!!!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

2009 em revista


Assim vai a vida...


Estamos a poucas horas de terminar mais um ano, é tempo de lançar um olhar sobre mais uma página que nos preparamos para virar neste livro da vida que para uns tem carácter de romance enquanto que para outros se assemelha mais com um trágico drama.


Temos um País envelhecido, de desempregados, de sobre-endividados, estamos na generalidade muito apreensivos quanto ao futuro, sobretudo ao dos jovens.
A contariar a tendência do envelhecimento da população apenas a chegada de mais imigrantes, e o nascimento dos filhos destes; Mas será que estamos a saber receber condignamente esta gente que nos chega na esperança de reconstruir aqui as suas vidas e proporcionar um futuro melhor aos seus. Como costuma dizer-se, o importante não será dar-lhes o peixe mas sim ensiná-los a pescar.


O desemprego será sem dúvida outro dos principais problemas a enfrentar e resolver, dado que temos cada vez mais jovens licenciados que terminam os seus cursos e engrossam as fileiras dos desempregados, com a agravante de que não foi feito um estudo sobre que tipo de formação garantiria aos nossos jovens uma melhor saída profissional, que necessidades temos e quais as prespectivas de evolução. Temos hoje sobretudo recém licenciados na área das Ciências Sociais, o que pressupõe a sua integraçõo na área dos serviços, quando o que puxa pela economia são as áreas técnicas, nomeadamente as relacionadas com as novas tecnologias.


Estamos sobre-endividados ao nível das famílias e ao nível do País, sendo que a segunda representa o hipotecar das gerações futuras. Este é realmente tanto mais preocupante quando assistimos a uma desenvergonhada "fuga para a frente", com total desnorte dos nossos políticos em geral e dos nossos governantes em particular, mais preocupados com os seus negócios, em defender os seus interesses particulares, empresariais ou feudais, sem o mínimo propósito de trabalhar em prol das populações que os elegem e sustentam, esperando que os representem e defendam como era suposto acontecer.




A corrupção, os jobs for the boys, as negociatas pouco claras entre algumas empresas e o Estado, o enriquecimento ilícito, ou não justificado, a justiça diferenciada para ricos pobres, a crescente insegurança, e as "lutas" institucionais entre órgãos de soberania, são preocupações que transportamos para o novo ano

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Petição Nacional contra Reformas acima dos 5000 Euros

 http://www.PNETpeticoes.pt

Para aqueles que não concordam com as exageradas reformas acima dos 5000 Euros, uma boa oportunidade de, subscrevendo esta petição, dar a conhecer a sua opinião.
Uma petição implica a identificação do subscritor, mas esse não deve constituir um pretexto para deixar passar a oportunidade de contribuir para uma consciencialização dos órgão de poder relativamente ao escândalo que representa, hoje mais que nunca, a atribuição de avultadas reformas a quem menos delas precisa.
A crescente divulgação dos inúmeros casos de corrupção, a indigitação de políticos desalojados dos seus cargos para administrações de empresas públicas ou que negoceiam com o Estado, os prémios pagos por desempenho a directores de bancos, que depois vimos a constatar serem meras falcatruas contabilísticas,  vem reforçar a ideia que esta gente não merece de forma alguma as chorudas reformas que acabam por conseguir.
Se de facto não queremos que este estado de coisas continue, se não queremos que estes comportamentos passem impunes, cabe a cada um de nós manifestar o seu descontentamento.
Ninguém deve ser premiado por mau desempenho, e, estes "Senhores" têm arruinado o nosso País e contribuido dessa forma para a degradação das condições de vida de todos nós.

sábado, 17 de outubro de 2009

Luta Contra a Pobreza

A solidariedade de cada um de nós pode sem dúvida ser muito importante, sobretudo em momentos de crise como os que vivemos. Cada pequena contribuição pode fazer a diferença para quem está de facto necessitado.
Contudo põe-se uma questão importante que é saber se aquilo que, por vezes com esforço, nos dispomos a partilhar, chega de facto às mãos dos necessitados. Casos há de peditórios feitos com determinados fins, nomeadamente comida e roupas que ficaram a apodrecer em armazéns por falta de condições logísticas para os enviar aos países de destino.
Quer, no entanto, parecer-me que cabe aos Governos o principal papel no que respeita à solidariedade social, e no caso concreto, à luta contra a pobreza, em muitos casos contra a fome.
Os contribuintes, todos nós, os que agora necessitam também , já estamos obrigados a contribuir, já pagamos os nossos impostos.
Caberia pois ao Estado ser mais solidário, gastando menos no supérfluo para disponibilizar mais meios de combate a este flagelo.