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sábado, 8 de maio de 2010

(R)Evolução Popular

Image: GI
O acesso generalizado à Internet tem constituído uma enorme fonte de aculturação e informação cujas consequências não estavam previstas e sobre as quais muitos grupos de trabalho se têm debruçado.

Estas novas realidades processam-se hoje a uma velocidade incrível que nos permite a cada segundo manter-mo-nos actualizados sobre os mais variados temas do nosso interesse e utilizando várias fontes, o que permite cruzar informação e assim, formar opinião de uma forma muito eficaz e consistente.

Ora acontece que, toda esta informação pode ser reenviada das mais diversas formas a todos os nossos sítios habituais, aos nossos contactos, ás chamadas redes sociais, deixar links de redireccionamento nos nossos fóruns, comentários etc., o que faz com que, não só a informação circule a uma velocidade antes impensável, como ainda, e sobretudo, que chegue a um número ilimitado de utilizadores.

Gente  mais e melhor informada significa gente com um maior sentido de crítica e mais alerta. 

A falta de solidariedade, os casos de corrupção, a falta de justiça, a fraca qualidade da nossa classe política, o endividamento do País e das famílias, os casos de injustificada e imerecida riqueza súbita dos detentores de cargos públicos, as negociatas do Estado desbaratando dinheiros públicos e agravando cada dia mais a economia, as vergonhosas reformas dos políticos e administradores das empresas públicas, e os chorudos e injustificados salários milionários dessas mesmas empresas, estão, cada vez mais, a ser denunciados por todas as formas e, as páginas que os noticiam recebem um número crescente de visitas e comentários que asseguram que:

Muita coisa terá de mudar, ou assistiremos, mais cedo do que se imagina, a uma "Revolta Popular"

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Retoma da Economia Europeia

Ao contrário das previsões mais  pessimistas dos nossos economistas, talvez, porque eles próprios se sintam desacreditados, por não haver conseguido antever esta crise mundial em que mergulhamos, as economias, sobretudo a Europeia, iniciarão ainda no segundo semestre de 2010 um crescimento muito significativo, atingindo valores muito positivos, nos países mais industrializados.


A crise em que nos vimos mergulhados, resultou de negócios ruinosos dos bancos, dos seguros, e de especulações variadas que alimentaram durante os últimos anos uma economia fictícia de consumismo exagerado, de um optimismo injustificado; Os investimentos foram mal planificados o que levou ao estrangulamento de alguns sectores como a construção.


O desemprego, e as degradadas economias familiares, conduziram ao decréscimo do consumo privado, e, consequentemente a quebra de receitas do estado no que respeita à cobrança de impostos directos, sobre o trabalho e o consumo. Ao mesmo tempo, tornou-se inevitável para o estado socorrer os mais desfavorecidos, o que aumenta os gastos e se traduz num maior endividamento; Cobrando menos e gastando mais o Estado co-responsabiliza cada cidadão, a quem, na generalidade, o sobreendividamento familiar já antigira e, em condições normais esperaria um estado mais solidário que adoptasse nestes casos medidas de ajuda e protecção.


Mas, voltando ao assunto da recuperação económica, que por aí nos chegará a esperança de que tanto necessitamos, a verdade é que para que trabalha pela Europa, e acompanha estas questões com alguma atenção apercebe-se que este vai ser um ano de muito trabalho no que respeita a projectos que há anos vêm sendo adiados, e cuja execução se tornou agora urgente e incondicional.


A juntar a estes vectores a indesmentível necessidade dos governos de cada Estado Membro de apoiar e incentivar o investimento em áreas de fulcral interesse para o desenvolvimento e o crescimento sustentado da economia, nomeadamente nas áreas da energia e da tecnologia.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

2009 em revista


Assim vai a vida...


Estamos a poucas horas de terminar mais um ano, é tempo de lançar um olhar sobre mais uma página que nos preparamos para virar neste livro da vida que para uns tem carácter de romance enquanto que para outros se assemelha mais com um trágico drama.


Temos um País envelhecido, de desempregados, de sobre-endividados, estamos na generalidade muito apreensivos quanto ao futuro, sobretudo ao dos jovens.
A contariar a tendência do envelhecimento da população apenas a chegada de mais imigrantes, e o nascimento dos filhos destes; Mas será que estamos a saber receber condignamente esta gente que nos chega na esperança de reconstruir aqui as suas vidas e proporcionar um futuro melhor aos seus. Como costuma dizer-se, o importante não será dar-lhes o peixe mas sim ensiná-los a pescar.


O desemprego será sem dúvida outro dos principais problemas a enfrentar e resolver, dado que temos cada vez mais jovens licenciados que terminam os seus cursos e engrossam as fileiras dos desempregados, com a agravante de que não foi feito um estudo sobre que tipo de formação garantiria aos nossos jovens uma melhor saída profissional, que necessidades temos e quais as prespectivas de evolução. Temos hoje sobretudo recém licenciados na área das Ciências Sociais, o que pressupõe a sua integraçõo na área dos serviços, quando o que puxa pela economia são as áreas técnicas, nomeadamente as relacionadas com as novas tecnologias.


Estamos sobre-endividados ao nível das famílias e ao nível do País, sendo que a segunda representa o hipotecar das gerações futuras. Este é realmente tanto mais preocupante quando assistimos a uma desenvergonhada "fuga para a frente", com total desnorte dos nossos políticos em geral e dos nossos governantes em particular, mais preocupados com os seus negócios, em defender os seus interesses particulares, empresariais ou feudais, sem o mínimo propósito de trabalhar em prol das populações que os elegem e sustentam, esperando que os representem e defendam como era suposto acontecer.




A corrupção, os jobs for the boys, as negociatas pouco claras entre algumas empresas e o Estado, o enriquecimento ilícito, ou não justificado, a justiça diferenciada para ricos pobres, a crescente insegurança, e as "lutas" institucionais entre órgãos de soberania, são preocupações que transportamos para o novo ano