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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Ano Bissexto

Tendencialmente nefastos estes anos diferem dos outros apenas no calendário, podendo até, este dia que lhe é acrescentado para correcção, ser a chave

A imagem que encima este texto, é um belo exemplo do trabalho da natureza, e das diferentes formas como encaramos as mudanças;

Alguns conseguem ver aqui pequenos ilhéus torneados por ventos e marés, onde abrigar-se de invasores, nidificar e assegurar a progressão das espécies;

Outros haverá que, sem dar nenhuma importância a esses pormenores, contemplam e apreciam apenas aquilo que seus olhos vêem;

 Já outros haverá cuja preocupação será bem mais terrena, por recearem que a queda das arribas e a erosão costeira, possa fazer perigar as suas construções e "roubar-lhes"  a paz.

Em suma: a vida é uma constante mudança, nada é definitivo, nem seguro, mas o universo sempre nos devolve aquilo que semeamos, logo cada um terá a sua forma de encarar o futuro

domingo, 6 de outubro de 2013

Colónias de Férias


A ratoeira preparada aos países da Península Ibérica


Portugal e Espanha, são sem sombra de dúvidas dois dos destinos de férias mais procurados pelos países ricos do norte da Europa, bem como os preferidos pelas suas gentes para se fixarem quando atingem a idade da reforma, pela qualidade de vida, baixo custo e hospitalidade dos seus povos.

Durante mais de uma década estes dois países apostaram numa educação cuidada dos seus jovens, investiram na qualificação profissional destes, numa formação contínua dos enfermeiros, elevaram os padrões de qualidade dos seus produtos e criaram infraestruturas turísticas de alta qualidade...

Enquanto isto, alguém preparava deliberadamente uma enorme crise estratégica, com o intuito de os empobrecer e, mesmo levar à ruína financeira, forçando assim o êxodo dos seus quadros para os países que deles precisam urgentemente, sem que tenham de fazer qualquer investimento nessa educação ou formação .

Da mesma forma abriram-se as portas aos investidores de países emergentes, ou ricos para comprarem casas de luxo ou adquirirem posições de relevo em empresas de referencia (va-se la saber com que intenções)...

Atribuiram-se a essas gentes vistos excepcionais, possivelmente, sem acautelar os nossos interesses, nomeadamente no que respeita a saber a origem desse dinheiro ou mesmo as verdadeiras intenções destes investidores.

Em suma o Estado (todos nós) gastamos rios de dinheiro na formação daqueles que agora farão as suas carreiras nos países de acolhimento, contribuindo para o seu desenvolvimento, olhados sempre como o parente pobre da Europa, enquanto nós recebemos os seus reformados, e turistas com a hospitalidade e servilismo de quem serve os ricos...

Pelo amor da santa...








quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Lei da rolha

Imagem GI


Como poderão aferir pela descontinuidade na actutalização do blog algo de estranho se passa quando deixamos de entender importante manifestar a nossa opinião e mostrar a nossa indignação. 

Quando não temos nada de construtivo para dizer, quando nos sentimos ultrajados e espoliados dos nossos direitos fundamentais, percebemos que de nada valerá continuar a remar contra a maré de forma diplomática e civilizada.

Como alguém diz e muito bem as revoluções não se anunciam....

terça-feira, 24 de abril de 2012

25 de Abril

Imagem GI

25 de Abril, sempre !!!

Acreditámos que seriamos um País:

  • Livre
  • Democrático
  • Independente
  • Mais Solidário
Disseram-nos que para tal teríamos de nos esforçar, o que aceitámos, e então:

  • Estudámos, aprendemos, fizemos formação
  • Trabalhámos, fizemos a nossa parte - contribuímos, pagámos impostos
Entretanto, o que fizeram «Eles»:

  • Esbanjaram os recursos que lhes confiámos
  • Governaram-se (a si e a sua "matilha")
Resultado:

  • Não somos livres (ninguém é livre se não pode decidir por si)
  • A Democracia é uma grande mentira (não se pode considerar democrático quem obedece a interesses que não correspondem à representação que recebeu)
  • Somos cada vez mais DEPENDENTES dos detentores do capital e de organizações que nos controlam e impõe as suas regras (que acautelam única e exclusivamente os interesses da Oligarquia que os comanda)
  • No que respeita a solidariedade diria que se manifesta apenas na nossa capacidade de "solidariamente" ficar quietos enquanto tudo isto acontece debaixo do nosso nariz 
 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Mensagem de Natal do Primeiro Ministro


 Imagem GI
 Retribuo os Votos de Boas Festas e de esperança do nosso Primeiro Ministro. 
Aproveito para deixar um recado, desde 1999 que fiz aquilo que agora é apontado como a melhor solução - comecei então a trabalhar no estrangeiro ao serviço de empresas portuguesas, enviando para a família a maior parte do fruto desse trabalho, emigrei sempre que as condições se apresentavam mais favoráveis, deixando cá a família e garantindo o seu sustento. Enveredei por uma carreira profissional, distinta da minha formação, com considerável sacrifício. 
A situação mantém-se, e o meu contributo para a economia nacional incrementou-se, enviando para Portugal regulares remessas do fruto desse trabalho. 
Considero-me um excelente exportador (da minha mão-de-obra qualificada). Acompanho com regularidade a evolução dos acontecimentos, e não me lembro de alguma vez ter visto uma palavra de apoio aos muitos milhares que representam Portugal lá fora,nem uma medida de incentivo à sua condição, ou reconhecimento pela contribuição dada ao equilíbrio da balança?!!! 
Continuarei a acreditar num futuro melhor para o meu País, na certeza porém que muito trabalho há a fazer, na mudança de mentalidades, de hábitos de consumo, mas sobretudo na formula de distribuição da riqueza gerada pelo trabalho.
Veja aqui a mensagem  de Natal de Pedro Passos Coelho - Primeiro Ministro

domingo, 5 de junho de 2011

Portugal deciidu castigar Sócrates

Imagem Google

Vejam aqui a nossa opinião na Sexta-Feira  Reflexão: Novos tempos, nova vida
Antes que termine a campanha deixem-me dizer que finalmente terminará o "reinado" rosa e entraremos numa nova época; Para trás ficam anos de mentiras, de compadrio, de tachos, de uma política desastrosa que nos conduziu a uma pré-banca rota, e que levará anos a resolver; para trás fica a incompetência a intolerância, a falta de caráter e de sentido de serviço público, falta de solidariedade para com aqueles que mais precisam, e um enorme cinismo na hora de comunicar ao país medidas e novas medidas de austeridade, enquanto os detentores de cargos públicos continuam a esbanjar o dinheiro dos contribuintes. Tudo chega ao fim, felizmente...
Não devíamos ter permitido que chegassem tão longe na sua cegueira e apego ao poder!!!



domingo, 22 de maio de 2011

Portimão a Cidade onde tudo acontece F1 Motonáutica

A emoção da alta velocidade está de regresso a Portimão e promete ser um espectáculo de pura adrenalina e agitação! Os barcos mais rápidos do mundo, comandados pelos melhores pilotos, lançam-se mais uma vez sobre as águas do rio Arade na luta pelo título deste Grande Prémio, num percurso onde cada movimento é calculado ao milímetro e todos os segundos contam. Junte-se a nós, e não perca nem um décimo de segundo deste Campeonato do Mundo. A sua adrenalina não vai parar de subir!

Fonte. Autarquia de Portimão

domingo, 3 de abril de 2011

Evolução do Défice

Imagem Google

A VERDADE DOS NUMEROS:

96 - PIB + 3.7% - Guterres PS - Dívida 55,3 mil milhões = 58,3% do PIB
97: +4.4 - Guterres PS - Dívida 56,9 mil milhões - 54,4% PIB
98: +5.0 - Guterres PS - Dívida 58,4 mil milhões - 50,4% PIB
99: +4.1 - Guterres PS - Dívida 63,1 mil milhões - 49,6% PIB
00: +3.9 - Guterres PS - Dívida 66,1 mil milhões - 48,5% PIB
01: +2.0 - Guterres PS - Dívida 72,4 mil milhões - 51,2% PIB
02: +0.7 - Guterres PS - Dívida 79,4 mil milhões - 53,8% PIB
03: - 0.9 - Barroso PSD - Dívida 83,3 mil milhões - 55,9% PIB
04: +1.6 - Barroso/Santana Lopes PSD - Dívida 90,7 mil milhões - 57,6% PIB
05: +0.8 - Sócrates PS - Dívida 101,7 mil milhões - 62,8% PIB
06: +1.4 - Sócrates PS - Dívida 108,5 mil milhões - 63,9% PIB
07: +2.4 - Sócrates PS - Dívida 112,8 mil milhões - 68,3% PIB
08: +0.0 - Sócrates PS - Dívida 118,4 mil milhões - 71,6% PIB
09: - 2.5 - Sócrates PS - Dívida 132,7 mil milhões - 82,9% PIB
10: +1.4 - Sócrates PS - Dívida 151,7 mil milhões - 92,4% PIB
Fonte: indignadologia.blogs.sapo

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Bancarrota Controlada

Imagem Google Images

A possibilidade de a chanceler alemã vir ao encontro das pretensões de países como Espanha e Portugal tem sido criticada na Alemanha. Hoje mesmo o jornal Frankfurter Allgemeine Zeitung publicou um texto assinado por 198 economistas que pedem a Angela Merkel a extinção do mecanismo europeu de estabilidade e, em seu lugar, a criação de “um plano detalhado de bancarrota controlada para os países do euro sobreendividados”.
 Fonte: Público

São quase duas centenas de economistas alemães a defender o mesmo: basta de Bruxelas querer encontrar soluções para a crise da dívida soberana; mais vale que os países reestruturem as suas dívidas e seja criado um mecanismo que preveja a falência dos Estados
            Fonte TVI24

No Público podemos ler que Merkel vai encontrar-se com Sócrates, quando na verdade, receberá o Pm Português certamente para lhe dar conta das alterações que se avizinham, resultado da enorme pressão deste grupo de Economistas Alemães.
Já não nos resta outra solução, e, o pior é que com isto, abre-se uma crise política que conduzirá a eleições, inevitavelmente!? 

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Carlos Silvino diz que foi obrigado a mentir para suportar as acusações no processo da Casa Pia - Sociedade - PUBLICO.PT

Foto: Público/Sara Matos


Numa entrevista gravada pela revista Focus, e de que a SIC passou parte no Jornal da Noite, o antigo motorista da Casa Pia garante que nunca transportou rapazes para as casas de Elvas, da Avenida da Forças Armadas e outras referenciadas no processo, para onde dissera antes ter transportado alunos para participarem em orgias envolvendo os outros arguidos. 
..“Tive que dizer tudo com pena dos rapazes, que tinham levado bastante porrada. Via-se nos corredores [da Polícia Judiciária]”, afirma Silvino, que garante também ter feito todos os depoimentos sob o efeito de medicação e insinua também que lhe era sempre dado um copo com água “que não sabia o que tinha”. “Sempre que fui à Polícia Judiciária tomava aquele copo de água e sempre que regressava à prisão não me sentia bem, transpirava”, explicou..
Veja a notícia do Público

Muito mal iria o nosso sistema judicial, e as nossas polícias, a fazer fé nestas declarações, o que já não nos estranha; de qualquer forma a possibilidade de haver nestas declarações um fundo de verdade, de estarem a ser julgadas e condenadas pessoas diferentes dos verdadeiros criminosos, a soldo de interesses (não interessa quais), deve merecer que sejam feitas diligências no sentido de se apurar " a verdade "

sábado, 10 de julho de 2010

Tolerância Zero com este Governo

Google Images
Artigo 2.º
(Estado de direito democrático)
A República Portuguesa é um Estado de direito democrático, baseado na soberania popular, no pluralismo de expressão e organização política democráticas, no respeito e na garantia de efectivação dos direitos e liberdades fundamentais e na separação e interdependência de poderes, visando a realização da democracia económica, social e cultural e o aprofundamento da democracia participativa.
Artigo 3.º
(Soberania e legalidade)
1. A soberania, una e indivisível, reside no povo, que a exerce segundo as formas previstas na Constituição.
2. O Estado subordina-se à Constituição e funda-se na legalidade democrática.
3. A validade das leis e dos demais actos do Estado, das regiões autónomas, do poder local e de quaisquer outras entidades públicas depende da sua conformidade com a Constituição.
Artigo 67.º
(Família)
1. A família, como elemento fundamental da sociedade, tem direito à protecção da sociedade e do Estado e à efectivação de todas as condições que permitam a realização pessoal dos seus membros.
2. Incumbe, designadamente, ao Estado para protecção da família:
a) Promover a independência social e económica dos agregados familiares;
b) Promover a criação e garantir o acesso a uma rede nacional de creches e de outros equipamentos sociais de apoio à família, bem como uma política de terceira idade;
c) Cooperar com os pais na educação dos filhos;
d) Garantir, no respeito da liberdade individual, o direito ao planeamento familiar, promovendo a informação e o acesso aos métodos e aos meios que o assegurem, e organizar as estruturas jurídicas e técnicas que permitam o exercício de uma maternidade e paternidade conscientes;
e) Regulamentar a procriação assistida, em termos que salvaguardem a dignidade da pessoa humana;
f) Regular os impostos e os benefícios sociais, de harmonia com os encargos familiares;
g) Definir, ouvidas as associações representativas das famílias, e executar uma política de família com carácter global e integrado;
h) Promover, através da concertação das várias políticas sectoriais, a conciliação da actividade profissional com a vida familiar.
 Constituição da República

 Diz a Constituição Portuguesa "A validade das leis e dos demais actos do Estado, das regiões autónomas, do poder local e de quaisquer outras entidades públicas depende da sua conformidade com a Constituição.", pois então cumpra-se a Lei!

O direito à indignação das populações em relação ao estado da justiça, de acesso aos serviços de saúde, a uma habitação digna, à educação, a segurança e a insuportável subida dos impostos e, consequentemente do custo de vida, levou-me a consultar o texto da Constituição, de que vos deixo alguns dos artigos mais relevantes do ponto de vista do seu continuado e crescente desrespeito.
Cabe ao Presidente da República promover a fiscalização de novas leis, ou de alterações que desrespeitem o texto da Constituição.
A constitucionalidade terá que ser aferida antes da sua promulgação e publicação em Diário da República.

"Regular os impostos e os benefícios sociais, de harmonia com os encargos familiares;" este princípio da lei fundamental não está a ser respeitado; Este governo aumenta os impostos sobre o trabalho, das famílias com mais dificuldades económicas, ao mesmo tempo que suaviza a carga fiscal daqueles que podem, e devem, contribuir mais para a resolução da crise em que nos encontramos, muito por falta de fiscalização eficaz do sistema bancário, e por falta de verdadeiras políticas de consolidação orçamental do Estado, e de promoção do emprego (consagrado na Constituição).

A classe política Portuguesa não tem coragem política para promover medidas estruturais, nem para exigir o cumprimento da lei; Os vários processos de corrupção não avançam, a má gestão das empresas de capitais públicos de que vamos tendo notícia não tem quaisquer consequências, os dinheiros públicos continuam a ser mal geridos, e o futuro dos jovens está completamente hipotecado.

Ao nível da sociedade não assistimos ao aparecimento de organizações cívicas que aglutinem a expressão do descontentamento geral das populações,  e criem mecanismos de pressão que exijam o cumprimento da legalidade nos vários sectores da sociedade.



terça-feira, 9 de março de 2010

Pedro Passos Coelho

Mudar

Vivemos, em quase todo o mundo, uma crise acentuada. À superfície, esta crise global tem uma feição económica e social que associamos à crise financeira despoletada pelo subprime há cerca de ano e meio. Mas sabemos que, no fundo, ela esconde um conjunto de transformações muito mais vasto que vem afectando todo o mundo. Significa isto que, mesmo quando conseguirmos ultrapassar as dificuldades da crise económica que emergiu com a crise financeira, teremos de enfrentar novos problemas que estão a desenvolver-se lentamente desde há alguns anos e que representam o despontar de alterações importantes nas nossas sociedades - desde o modo como é criada a riqueza e os novos (des)equilíbrios entre aqueles que disputam o crescimento económico, passando pela forma como encaramos o papel dos Estados e das suas instituições tradicionais ou como organizamos a nossa vida e a projectamos com as novas gerações, e até aos aspectos ligados à sustentabilidade da exploração dos recursos naturais.
 Extraído de:Mudar - Pedro Passos Coelho
Depois de um Senhor na Política que dava pelo nome de Francisco Sá Carneiro, muitos Portugueses desacreditaram que alguma vez pudesse voltar alguém com esse carisma e vontade de servir o País.

Pois bem, em momentos difíceis como o que vivemos, apenas os melhores se atrevem a segurar o leme e colocar-se ao serviço daquilo em que acreditam.

Portugal precisa de gente determinada em assumir responsabilidades, mas sobretudo de gente com coragem de cortar com o passado e assumir riscos, que arrume a casa e nos devolva a esperança.

Sobretudo em nome das gerações mais jovens, dos meus filhos e netos...

Força Pedro!!!!