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domingo, 23 de maio de 2010

Porimão-Museu Subaquático

Ilustração: TVI Iol

Câmara afunda navios para criar o primeiro museu aquático

O afundamento de quatro antigos navios de guerra da Armada Portuguesa vai dar origem ao primeiro museu subaquático do país, ao largo da Praia da Rocha, disse o presidente da Câmara, Manuel da Luz.
 
Entre os 12 e os 15 metros de profundidade, os navios - o oceanográfico Almeida Carvalho, a Fragata Hermenegildo Capelo, a Corveta Oliveira do Carmo e o navio-patrulha Zambeze - vão constituir "roteiros subaquáticos acessíveis a qualquer mergulhador", explicou à Lusa o autarca. 

A ideia, segundo Manuel da Luz, é limpar os navios de guerra de todos os materiais poluentes, rebocá-los até Portimão e afundá-los a cerca de duas milhas da costa, numa área já identificada e validada pelas autoridades ambientais.
Veja a notícia TVI 24

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Portimão - Review






Investimentos

Os dinheiros públicos exigem uma aplicação cuidada e responsável,  bem como uma clara e bem esclarecida escala das prioridades e dos objectivos do investimento.

Tratando-se de fundos públicos uma das exigências é que a sua aplicação promova o desenvolvimento dessas comunidades, da sua qualidade de vida, bem-estar, e,  que privilegie o interesse local/regional.

Os Municípios têm assim a dura tarefa de avaliar, com isenção, os projectos que lhe são apresentados, ou as possibilidades de parcerias que entendam promover, sempre na perspectiva da defesa do interesse publico, e da idoneidade dos intervenientes em todo o processo, assegurando o real interesse dos mesmos e avaliando cuidadosamente as possibilidades de retorno (via derrama, taxas, ou ID/I) do capital investido.
Vem isto a propósito do investimento de 3M Euros com a instalação da N-Technology no AIA que criará 25 postos de trabalho, de quadros superiores, engenheiros mecânicos e outro pessoal qualificado, que será certamente deslocalizado da actual estrutura da Porsche.

Por explicar fica também o negócio com Evaristo, e o perdão de cerca de 712 mil Euros, por troca com os direitos de exploração do espaço e marca Sasha.
Todos sabemos dos custos de logística que acarretam uma parceria destas, se entendermos que se trata apenas de uma operação de marketing, duns poucos minutos de promoção da imagem Portimão, percebemos a desproporcionalidade dos custos-resultados deste negócio. 
Um apontamento ainda para o facto de não terem sido dadas igualdade de oportunidades a empresários locais.