Ideias originais de como promover a sua empresa ou actividade, de forma inesquecível, proporcionando um agradável passeio nestas confortáveis seat-bikes
sábado, 27 de março de 2010
Gripe A -Menos mortes que gripe sazonal
Vírus, que matou 122 pessoas em Portugal, "eclipsou-se"
Tal como havíamos previsto nos artigos que, então, geraram alguma controvérsia, afinal a montanha pariu um rato e os governos lá gastaram uns milhões que podiam ser canalizados para acção social numa época de crise como a que vivemos...
Eclipse segundo Destakes
sexta-feira, 26 de março de 2010
Portimão - Com filtros???
Sigo com atenção o Blog Cidade de Portimão de Gonçalo Gomes, e tomo a liberdade de pegar no assunto Saberão os soberanos viver em democracia ou haverá censura em Portimão ?
Todos sabemos das dificuldades com que se deparam os Órgãos de Informação de uma maneira geral, e os Jornais Regionais ou Locais em particular, como dependem da publicidade institucional, e dos subsídios para a sua sobrevivência.
Trabalhei anos num destes jornais e, sempre me fez muita confusão ver jornalistas avençados pelas Câmaras Municipais, pelo facto de pensar que dessa forma fica comprometida a sua isenção, sob pena de estar "a morder a mão de quem lhe dá comer".
Não gostei também de ver um ex-professor, ex-advogado e ex-director de unidade fabril adquirir a maioria de um jornal local quando receou que alguma informação comprometedora chegasse às suas colunas.
Estou preocupado, de facto, se a pobreza condiciona a liberdade de expressão, da mesma forma que não aceito a ideia de que os jornais devem servir o contra-poder.
De todas as formas há sempre outros recursos e novas formas de denunciar aquilo que nos indigna, como num blog numa secção de correio de leitores de um jornal nacional, etc.
A verdade é como o azeite vem sempre ao cimo...
domingo, 21 de março de 2010
Os Olhos
sábado, 20 de março de 2010
Portimão - Custos do Desenvolvimento
O desenvolvimento da Cidade de Portimão nos últimos anos criou fortes expectativas, nos seus munícipes e na comunidade em geral, quanto ao futuro, criando novas necessidades e exigências por parte destes em relação ao poder local.
A crise internacional influenciou negativamente os resultados obtidos pelo sector do turismo, principal impulsionador da economia local, tendo provocado um decréscimo significativo no Orçamento da Edilidade; para tal contribuiu igualmente a recessão económica, a quebra do investimento quer das empresas quer das famílias - os primeiros não criando novo emprego e os segundos restringindo o consumo e o investimento imobiliário- e do próprio Governo.
Por estas razões, não há Orçamento nem Planos de Actividades que se aguentem com todas estas contrariedades, daí resultando compreensivelmente algum desconforto ou descrédito das populações. É, especialmente, nestas alturas que os assessores de imprensa justificam os seus honorários, fazendo chegar às populações informação credível sobre toda esta problemática e as soluções que vão sendo encontradas, evitando especulações e aproveitamentos políticos.
O desenvolvimento caminha lado-a-lado com outros tantos novos problemas como o aumento da criminalidade, do consequente sentimento de insegurança, e o surgimento de novas comunidades que é necessário inserir.
Este é certamente um trabalho que envolve Câmara, Forças de Segurança, Associações Empresariais e todos os parceiros sociais que possam contribuir com o seu conhecimento, a sua experiência e vontade de servir a comunidade.
Muito deste trabalho exige discrição, e, é trabalho demorado e continuado, que a seu tempo chegará a público.
O trabalho desenvolvido exige um crédito de confiança que os Portimonenses certamente saberão depositar nas mãos dos responsáveis pela tarefa nada simples de inverter o rumo dos últimos acontecimentos.
domingo, 14 de março de 2010
Integração Social
A integração das Comunidades Imigrantes reveste-se de uma importância fulcral no bem-estar social, no combate à exclusão e à marginalização dessas comunidades, que se reflecte, mais cedo ou mais tarde, numa maior harmonia social e convivência pacífica, com benefícios para todos.
O mesmo se aplica, naturalmente, para as comunidades naturais mais desfavorecidas, no que respeita à sua integração em meios sociais que lhes promovam uma natural melhoria das suas condições de vida, nas vertentes habitacionais de educação e convívio social.
O aquartelamento destas franjas sociais em bairros desfavorecidos, onde, por norma já existem graves problemas sociais, em nada beneficiará nem os visados nem a comunidade en geral, já que, resulta quase invariavelmente na criação de guetos.
A experiência dos vários governos Europeus, e não só, quanto a esta realidade devia servir de base a um trabalho mais empenhado no estudo de soluções apoiadas nos resultados conseguidos, óbviando assim a repetição dos mesmos erros no futuro, ou, por outro lado, a adopção das medidas de sucesso entretanto implementadas.
O mesmo se aplica, naturalmente, para as comunidades naturais mais desfavorecidas, no que respeita à sua integração em meios sociais que lhes promovam uma natural melhoria das suas condições de vida, nas vertentes habitacionais de educação e convívio social.
O aquartelamento destas franjas sociais em bairros desfavorecidos, onde, por norma já existem graves problemas sociais, em nada beneficiará nem os visados nem a comunidade en geral, já que, resulta quase invariavelmente na criação de guetos.
A experiência dos vários governos Europeus, e não só, quanto a esta realidade devia servir de base a um trabalho mais empenhado no estudo de soluções apoiadas nos resultados conseguidos, óbviando assim a repetição dos mesmos erros no futuro, ou, por outro lado, a adopção das medidas de sucesso entretanto implementadas.
terça-feira, 9 de março de 2010
Pedro Passos Coelho
Extraído de:Mudar - Pedro Passos CoelhoMudar
Vivemos, em quase todo o mundo, uma crise acentuada. À superfície, esta crise global tem uma feição económica e social que associamos à crise financeira despoletada pelo subprime há cerca de ano e meio. Mas sabemos que, no fundo, ela esconde um conjunto de transformações muito mais vasto que vem afectando todo o mundo. Significa isto que, mesmo quando conseguirmos ultrapassar as dificuldades da crise económica que emergiu com a crise financeira, teremos de enfrentar novos problemas que estão a desenvolver-se lentamente desde há alguns anos e que representam o despontar de alterações importantes nas nossas sociedades - desde o modo como é criada a riqueza e os novos (des)equilíbrios entre aqueles que disputam o crescimento económico, passando pela forma como encaramos o papel dos Estados e das suas instituições tradicionais ou como organizamos a nossa vida e a projectamos com as novas gerações, e até aos aspectos ligados à sustentabilidade da exploração dos recursos naturais.
Depois de um Senhor na Política que dava pelo nome de Francisco Sá Carneiro, muitos Portugueses desacreditaram que alguma vez pudesse voltar alguém com esse carisma e vontade de servir o País.
Pois bem, em momentos difíceis como o que vivemos, apenas os melhores se atrevem a segurar o leme e colocar-se ao serviço daquilo em que acreditam.
Portugal precisa de gente determinada em assumir responsabilidades, mas sobretudo de gente com coragem de cortar com o passado e assumir riscos, que arrume a casa e nos devolva a esperança.
Sobretudo em nome das gerações mais jovens, dos meus filhos e netos...
Força Pedro!!!!
domingo, 7 de março de 2010
Blogosfera - Que rumo?
Criar um blog está ao alcance de qualquer, mesmo dos pouco vistos nestes assuntos, e, tornou-se quase obrigatório para os profissionais da área, para jornalistas, políticos, e quase todos os que frequentam a rede e pensam assim poder rentabilizar o espaço e fazer algum dinheiro; Não faltam receitas para esse fim.
No entanto, acredito que muitos, ainda, querem apenas compartilhar o seu espaço com os visitantes/leitores, opinar sobre os mais diversos assuntos, e, mais não esperam do que, na melhor das hipóteses receber algum feed-back da parte dos seus leitores, muitas vezes para perceberem até que ponto os seus interesses e as suas preocupações são igualmente importantes para alguém, e promover a troca de opiniões sobre esses assuntos.
Esta é no entanto a parte mais difícil de conseguir, porque mesmo aqueles que nos lêem, raramente desperdiçam o seu precioso tempo a fazer comentários, nem mesmo a classificar o que leram.
Para quem não tem interesses mercantilistas, o mais importante seria obter algum eco, mas para isso há que escolher meticulosamente os tema abordados, de forma a interessar e fidelizar os leitores; Fácil seria optar por temas sensacionalistas ou polémicos que atrairiam mais visitantes.
O Pedrada no Charco seguirá sendo apenas a minha sebenta, mantendo a ideia original e melhorando aquilo que a cada momento nos pareça adequado.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Fluxos Migratórios e Integração Europeia
A chegada dos mais recentes Países Europeus à Comunidade aporta uma mais valia á União, reforçando-a no seu aspecto social na medida em que contribuirá para o rejuvenescimento das populações, e traz consigo os benefícios da multiplicidade de vivências, usos e costumes que poderá beneficiar a todos e, ao mesmo tempo a cada uma das partes.
Relevante ainda a livre circulação das pessoas e bens, que acabará assim com a entrada de imigrantes que, buscando um novo rumo para as suas vidas , usavam até agora a estratégia de entrar pelos países mais acessíveis a nível burocrático, sem que fosse a sua verdadeira escolha, para daí se reorganizarem rumo a outros com mais oportunidades de trabalho e melhores condições de vida. Estou a falar por exemplo dos muitos imigrantes que conseguem trabalho em Portugal, preferencialmente em empresas que tenham frentes de trabalho na Europa, que muitas vezes mais não são que empresas de cedência de pessoal, e onde podem conseguir melhores condições salariais.
Mas, este será um processo dinâmico, que terá os seus dias contados, uma vez que, se até agora as poupanças conseguidas representavam um valor considerável quando enviado aos seus países, pela diferença resultante do câmbio da moeda, a partir da entrada na moeda comunitária (Euro), que fará disparar o custo de vida (inevitávelmente), esta mais-valia tenderá a diluir-se.
Aí então, passarão pela mesma situação dos trabalhadores Portugueses deslocados no estrangeiro ao serviço de Empresas Portuguesas, que desde há dez anos a esta parte veem os seus rendimentos congelados e as condições contratuais cada vez piores, fruto desta mesma realidade.
Relevante ainda a livre circulação das pessoas e bens, que acabará assim com a entrada de imigrantes que, buscando um novo rumo para as suas vidas , usavam até agora a estratégia de entrar pelos países mais acessíveis a nível burocrático, sem que fosse a sua verdadeira escolha, para daí se reorganizarem rumo a outros com mais oportunidades de trabalho e melhores condições de vida. Estou a falar por exemplo dos muitos imigrantes que conseguem trabalho em Portugal, preferencialmente em empresas que tenham frentes de trabalho na Europa, que muitas vezes mais não são que empresas de cedência de pessoal, e onde podem conseguir melhores condições salariais.
Mas, este será um processo dinâmico, que terá os seus dias contados, uma vez que, se até agora as poupanças conseguidas representavam um valor considerável quando enviado aos seus países, pela diferença resultante do câmbio da moeda, a partir da entrada na moeda comunitária (Euro), que fará disparar o custo de vida (inevitávelmente), esta mais-valia tenderá a diluir-se.
Aí então, passarão pela mesma situação dos trabalhadores Portugueses deslocados no estrangeiro ao serviço de Empresas Portuguesas, que desde há dez anos a esta parte veem os seus rendimentos congelados e as condições contratuais cada vez piores, fruto desta mesma realidade.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Crónica Social
"O comboio da vida", aquele que nos leva ao lugar certo, um prédio de vários andares sem elevadores de escadarias íngremes e escorregadias, "só passa uma vez" ; Perdê-lo significa ter que desfazer as malas, arregaçar as mangas e recomeçar do zero. Quantos não terão já pensado nisto nos seus momentos de introspecção, quando o mundo parece desabar-lhes em cima, e se viram confrontados com o dilema de que não podiam adivinhar o rumo dos acontecimentos, ou mesmo que, em última análise, não lhes restavam alternativas, talvez até se trate de pré-destinação!??
Mas, também pode acontecer entrarmos no dito comboio, ficar deslumbrados com o tal prédio de vários andares, sentirmos que o nosso anjo protector nos tem finalmente sobre a sua alçada, e que temos finalmente a nossa oportunidade de, com esforço e perseverança ultrapassar todas as dificuldades (as tais escadarias).
É aqui que a família assume o seu papel, se os progenitores tiverem tido a oportunidade ,ou a capacidade, de preparar convenientemente os seus educandos, de ser o seu suporte, de aconselha-los, de proporcionar-lhes informação certamente que este percurso será mais fácil e sobretudo mais seguro.
Também os cônjuges são igualmente importantes nesta cruzada, estabelecendo objectivos comuns, remando no mesmo sentido, aceitando as diferenças, sem disputas nem concorrência, fomentando a entre-ajuda e partilhando os sucessos alcançados, ou assumindo os riscos envolvidos.
A nobreza do carácter humano mede-se pela sua capacidade de desfrutar com as coisas mais simples.
Mas, a sociedade consumista em que vivemos, aquilo em que nos tornaram é afinal o contrário, somos na generalidade desmedidamente ambiciosos, egoístas, egocêntricos e revoltados por não conseguir atingir os patamares de sucesso daqueles que nos são indicados como referência, sem, no entanto nos determos para pensar à custa de quê, de quanta desgraça, estes bem sucedidos lá chegaram, ou ainda se eles próprios não continuam insatisfeitos e não almejam sempre mais, atropelando quem se atravesse no seu caminho.
Como dizia o comentador Espanhol do canal de televisão La Sexta: La vida puede ser maravillosa;
Ou, parafazeando o meu primo Zé Abenta: La Vie c'est la merde parce que toujours on mange un peaux
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Retoma da Economia Europeia
Ao contrário das previsões mais pessimistas dos nossos economistas, talvez, porque eles próprios se sintam desacreditados, por não haver conseguido antever esta crise mundial em que mergulhamos, as economias, sobretudo a Europeia, iniciarão ainda no segundo semestre de 2010 um crescimento muito significativo, atingindo valores muito positivos, nos países mais industrializados.
A crise em que nos vimos mergulhados, resultou de negócios ruinosos dos bancos, dos seguros, e de especulações variadas que alimentaram durante os últimos anos uma economia fictícia de consumismo exagerado, de um optimismo injustificado; Os investimentos foram mal planificados o que levou ao estrangulamento de alguns sectores como a construção.
O desemprego, e as degradadas economias familiares, conduziram ao decréscimo do consumo privado, e, consequentemente a quebra de receitas do estado no que respeita à cobrança de impostos directos, sobre o trabalho e o consumo. Ao mesmo tempo, tornou-se inevitável para o estado socorrer os mais desfavorecidos, o que aumenta os gastos e se traduz num maior endividamento; Cobrando menos e gastando mais o Estado co-responsabiliza cada cidadão, a quem, na generalidade, o sobreendividamento familiar já antigira e, em condições normais esperaria um estado mais solidário que adoptasse nestes casos medidas de ajuda e protecção.
Mas, voltando ao assunto da recuperação económica, que por aí nos chegará a esperança de que tanto necessitamos, a verdade é que para que trabalha pela Europa, e acompanha estas questões com alguma atenção apercebe-se que este vai ser um ano de muito trabalho no que respeita a projectos que há anos vêm sendo adiados, e cuja execução se tornou agora urgente e incondicional.
A juntar a estes vectores a indesmentível necessidade dos governos de cada Estado Membro de apoiar e incentivar o investimento em áreas de fulcral interesse para o desenvolvimento e o crescimento sustentado da economia, nomeadamente nas áreas da energia e da tecnologia.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
2009 em revista
Assim vai a vida...
Estamos a poucas horas de terminar mais um ano, é tempo de lançar um olhar sobre mais uma página que nos preparamos para virar neste livro da vida que para uns tem carácter de romance enquanto que para outros se assemelha mais com um trágico drama.
Temos um País envelhecido, de desempregados, de sobre-endividados, estamos na generalidade muito apreensivos quanto ao futuro, sobretudo ao dos jovens.
A contariar a tendência do envelhecimento da população apenas a chegada de mais imigrantes, e o nascimento dos filhos destes; Mas será que estamos a saber receber condignamente esta gente que nos chega na esperança de reconstruir aqui as suas vidas e proporcionar um futuro melhor aos seus. Como costuma dizer-se, o importante não será dar-lhes o peixe mas sim ensiná-los a pescar.
O desemprego será sem dúvida outro dos principais problemas a enfrentar e resolver, dado que temos cada vez mais jovens licenciados que terminam os seus cursos e engrossam as fileiras dos desempregados, com a agravante de que não foi feito um estudo sobre que tipo de formação garantiria aos nossos jovens uma melhor saída profissional, que necessidades temos e quais as prespectivas de evolução. Temos hoje sobretudo recém licenciados na área das Ciências Sociais, o que pressupõe a sua integraçõo na área dos serviços, quando o que puxa pela economia são as áreas técnicas, nomeadamente as relacionadas com as novas tecnologias.
Estamos sobre-endividados ao nível das famílias e ao nível do País, sendo que a segunda representa o hipotecar das gerações futuras. Este é realmente tanto mais preocupante quando assistimos a uma desenvergonhada "fuga para a frente", com total desnorte dos nossos políticos em geral e dos nossos governantes em particular, mais preocupados com os seus negócios, em defender os seus interesses particulares, empresariais ou feudais, sem o mínimo propósito de trabalhar em prol das populações que os elegem e sustentam, esperando que os representem e defendam como era suposto acontecer.
A corrupção, os jobs for the boys, as negociatas pouco claras entre algumas empresas e o Estado, o enriquecimento ilícito, ou não justificado, a justiça diferenciada para ricos pobres, a crescente insegurança, e as "lutas" institucionais entre órgãos de soberania, são preocupações que transportamos para o novo ano
Temos um País envelhecido, de desempregados, de sobre-endividados, estamos na generalidade muito apreensivos quanto ao futuro, sobretudo ao dos jovens.
A contariar a tendência do envelhecimento da população apenas a chegada de mais imigrantes, e o nascimento dos filhos destes; Mas será que estamos a saber receber condignamente esta gente que nos chega na esperança de reconstruir aqui as suas vidas e proporcionar um futuro melhor aos seus. Como costuma dizer-se, o importante não será dar-lhes o peixe mas sim ensiná-los a pescar.
O desemprego será sem dúvida outro dos principais problemas a enfrentar e resolver, dado que temos cada vez mais jovens licenciados que terminam os seus cursos e engrossam as fileiras dos desempregados, com a agravante de que não foi feito um estudo sobre que tipo de formação garantiria aos nossos jovens uma melhor saída profissional, que necessidades temos e quais as prespectivas de evolução. Temos hoje sobretudo recém licenciados na área das Ciências Sociais, o que pressupõe a sua integraçõo na área dos serviços, quando o que puxa pela economia são as áreas técnicas, nomeadamente as relacionadas com as novas tecnologias.
Estamos sobre-endividados ao nível das famílias e ao nível do País, sendo que a segunda representa o hipotecar das gerações futuras. Este é realmente tanto mais preocupante quando assistimos a uma desenvergonhada "fuga para a frente", com total desnorte dos nossos políticos em geral e dos nossos governantes em particular, mais preocupados com os seus negócios, em defender os seus interesses particulares, empresariais ou feudais, sem o mínimo propósito de trabalhar em prol das populações que os elegem e sustentam, esperando que os representem e defendam como era suposto acontecer.
A corrupção, os jobs for the boys, as negociatas pouco claras entre algumas empresas e o Estado, o enriquecimento ilícito, ou não justificado, a justiça diferenciada para ricos pobres, a crescente insegurança, e as "lutas" institucionais entre órgãos de soberania, são preocupações que transportamos para o novo ano
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Feliz Natal
Para todos os visitantes do Blog
...a importância de nos fazermos presentes uns aos outros
por: Laurinda Alves
e, já agora:
Façam o favor de ser felizes
como diria Raul Solnado
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