sábado, 24 de outubro de 2009

Cruzada de Alerta - Vacinação Gripe A

A forma como os meios de comunicação tratam o assunto da Gripe A e agora das campanhas de vacinação é no míimo estranha. Tantas cautelas, tanta necessidade de deixar implícito nas notícias de que não há provas de relação causa-efeito da administração das vacinas e resultados nefastos na saúde dos vacinados.
Estamos em presença de 100 casos, seis dos quais classificados como graves, ou importantes, só no que diz respeito à Suécia, por favor então isto não é preocupante?
Então e, como é possível não se saber o número de pessoas efectivamente vacinadas, ou será uma omissão premeditada para não alarmar a opinião pública?!!
Vamos aguardar mais uns dias e comparar com os resultados da vacinação nos outros países nomeadamente em França, onde já começou.
Veja aqui a notícia do DN, carregue no link abaixo.
Morte 12 horas após vacinação

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Sem Favores

Os Bancos, como qualquer empresa, se não forem bem administrados, são ainda mais vulneráveis em alturas de crise.
Neste caso, como já disse alguém. Os Bancos devem um pedido de desculpas ao mundo, porque a crise começou por ser financeira e arrastou consigo todos os sectores da economia,e,é o resultado de negócios especulativos e de "jogos" bolsistas.
Mas isto são considerações, por demais conhecidas.
O importante desta notícia é perceber que nos países desenvolvidos, como é o caso da Holanda, não existe tratamento de favor para os bancos nem para os banqueiros

Clique em baixo para ver a notícia DN
Holandês DSB entra em falência - Economia - DN

domingo, 18 de outubro de 2009

Legado miserável

A maior herança que minha geração deixará para seus filhos é a fome e a miséria, que cresce com a mesma velocidade que o ego dos homens.

                    Wilian Jañez

sábado, 17 de outubro de 2009

Luta Contra a Pobreza

A solidariedade de cada um de nós pode sem dúvida ser muito importante, sobretudo em momentos de crise como os que vivemos. Cada pequena contribuição pode fazer a diferença para quem está de facto necessitado.
Contudo põe-se uma questão importante que é saber se aquilo que, por vezes com esforço, nos dispomos a partilhar, chega de facto às mãos dos necessitados. Casos há de peditórios feitos com determinados fins, nomeadamente comida e roupas que ficaram a apodrecer em armazéns por falta de condições logísticas para os enviar aos países de destino.
Quer, no entanto, parecer-me que cabe aos Governos o principal papel no que respeita à solidariedade social, e no caso concreto, à luta contra a pobreza, em muitos casos contra a fome.
Os contribuintes, todos nós, os que agora necessitam também , já estamos obrigados a contribuir, já pagamos os nossos impostos.
Caberia pois ao Estado ser mais solidário, gastando menos no supérfluo para disponibilizar mais meios de combate a este flagelo.

domingo, 11 de outubro de 2009

Autárquicas em Portugal

Mais uma vez fica provado pelos resultados eleitorais que o Povo vota nos candidatos e não nos partidos políticos. Praticamente todos os que se apresentaram a reeleição, com trabalho feito em prol das comunidades viram os seus projectos sufragados, e são agora responsáveis por continuar o trabalho desenvolvido.
Destaque para Manuel da Luz à frente da Câmara de Portimão que vê o seu trabalho exemplar premiado com uma maioria absoluta.
Também Mata Cáceres em Portalegre terá a responsabilidade de continuar a zelar pelos destinos daquelas populações que continuam a acreditar na possibilidade de fazer algo mais por uma região cada vez mais pobre, envelhecida e esquecida.
Congratulo-me por estas duas reeleições pelas mesmas razões: Trabalho feito, capacidade de inovação e determinação em criar melhores condições de vida para as suas populações.
Portugal precisa de políticos assim!!!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Sociedade de Euromilhões Online

O Fórum do Nosso Grupo está a promover uma sociedade para jogar Euromilhões em sociedade Online
Veja os pormenores aqui no fórum

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Os Bancos, O Estado e o Cidadão

Os Bancos Portugueses na sua generalidade foram mal administrados, fizeram negócios ruinosos, não foram devidamente fiscalizados, isto parece ser unanimemente aceite como uma verdade incontornável.
O Estado Português veio então em socorro daquelas instituições bancárias, não percebi ainda esta designação, porque são empresas como as outras, salvo se, pelo facto de serem taxadas em IRC abaixo das restantes, ganham estatutos diferentes no tratamento, o que também já sabemos que é verdade. É verdade mas não é certo, nem justo,  nem aceitável, muito menos quando sabemos que os mesmos directores/administradores receberam fortunas pelo seu péssimo desempenho, e sabemos porquê, porque forjavam os resultados, através de "engenharias" contabilístico/financeiras.

E, não se passa nada injectam-se uns milhões, do dinheirinho dos contribuintes para resolver o problema. Endividam-se os pobres para salvar os ricos.
Já o cidadão comum que por qualquer motivo geriu mal a sua vida,ou o seu negócio, ou ainda, que se viu cair numa situação de desemprego não pode contar com ajudas de ninguém. Pelo contrário, agilizaram-se os procedimentos para que seja penhorado o mais urgentemente possível.
Mas que País é este? que gente é esta que comanda os nossos destinos desta forma tão desigual, desumana, e tão pouco solidária?
A GNR teve de intervir com um valor superior a Sete milhões de euros para ajudar os seus quadros em situações de endividamento, perfeitamente de acordo.
E, a nós quem nos ajuda?
De onde vem os 7,4 milhões de euros?, dos nossos impostos claro...
Todos percebemos que este estado de coisas não pode continuar...

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Poderia Viver sem Internet?

Poder podia mas não seria nunca a mesma coisa...
Sem dúvida, antes de conhecermos algo, passamos bem sem isso, não podemos sentir falta de nada que desconhecemos existir.
Mas quando se trata de equacionar se poderíamos viver sem alguma coisa que nos facilita a vida, que nos agiliza a comunicação, com os nossos e com o mundo, que nos permite sentirmos-nos informados, acompanhados e sobretudo entretidos de forma produtiva nas horas de ócio, dificilmente alguém abriria mão desse sentimento de "segurança" e, de independência, sem um enorme sentimento de perda e desnorte.

Foi assim mesmo que descobri a importância que tinha este assunto na minha vida, durante o fim-de-semana sem acesso a internet.  

domingo, 13 de setembro de 2009

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Os Meus, os Teus e os Nossos Filhos

Os novos tempos trouxeram consigo novos modelos de família, fruto de novas  realidades sociais e distintas formas de encarar a instituição casamento a elas subjacentes.
Assistimos à libertação da mulher, à aceitação da realidade que constitui a igualdade de oportunidades independentemente do sexo. As mulheres tomaram consciência dos seus direitos e aprenderam a ser mais exigentes no que respeita ao seus cônjuges, companheiros ou maridos.
Esta evolução fez disparar o número de divórcios, até então mal visto socialmente, e humanizou-o, no sentido em que permitiu desmontar a ideia feita do compromisso para a vida, passando ao novo conceito de se não nos entendemos mais vale separarmos-nos.

È então que passam a multiplicar-se os casamentos ou uniões de facto entre casais de divorciados.
Uma boa parte trazem consigo os filhos de casamentos anteriores, e para selar o amor entre eles geram novos seres. Temos assim os meus, teus e nossos filhos.
Já não era tarefa fácil aos pais educar filhos de ambos, imagine-se agora com todas as condicionantes exteriores (influência do progenitor ausente) , acrescido do facto de haver naquelas vidas alguém estranho, que ocupa o lugar de seu pai ou mãe?!
Não há regra sem excepção, e obviamente que nalguns casos o ambiente familiar pode até melhorar, mas subsistirá sempre, em alturas de crise, a habitual "tu não és meu pai ou minha mãe", não te metas...

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Estado " Mau Pagador" e, Exigente Cobrador

O Estado Português, de modo geral é mau pagador, isto é não cumpre com os prazos de pagamento.

Num claro e, inequívoco, desrespeito pelo funcionamento da economia, as instituições do Estado atrasam-se no pagamento das suas obrigações, quer no que diz respeito a facturas de bens ou serviços adquiridos, quer nos subsídios e subvenções a que está contratualmente obrigado.
Obviamente que daqui resulta estrangulamento na economia, porque ao não receber atempadamente, estas Empresas atrasam elas também os seus pagamentos, aos seus fornecedores e muitas vezes, mais preocupante aos empregados. Está criado o efeito de bola de neve.
Se, a tudo isto juntarmos o facto de estas empresas ao emitirem as facturas, que depois não cobram atempadamente, criarem a obrigação de entrega ao Estado do IVA, temos criado um problema acrescido de tesouraria.
Agora veja-se o que acontece do lado do Estado relativamente às cobranças que efectua, quer se trate de Impostos Taxas, Emolumentos, Multas:
Os Impostos que não sejam pagos dentro do prazo implicam pesadas multas e juros de mora, sendo que o IRS é cobrado com antecedência e restituído (quando é caso disso) tardiamente. As tabelas anuais são preparadas de forma a que em condições normais o Estado arrecade sempre um valor superior ao da liquidação, pelo que feitas as contas o Estado financia-se com o dinheiro dos contribuintes.
Já no que respeita a outras taxas, emolumentos e multas a tendência é que o seu pagamento tenha que ser feito no acto, ou mesmo antes da prestação do serviço.