quinta-feira, 17 de maio de 2012

Espanha a braços com graves problemas

Foto RNotícias


A Espanha é um País demasiado grande e não poderá ser intervencionado, como acontecera com a Grécia e depois Portugal, o que os coloca numa situação muito difícil, na hora de reavaliar os ativos dos bancos a que não poderão acudir sem a intervenção do BCE. Se lhe juntarmos a insuportável taxa de desemprego e as exorbitantes dívidas das regiões chegaremos à necessidade de  tomada de medidas ainda mais duras e impopulares do que as adotadas entre nós.
Os mais cépticos afirmam mesmo a inevitabilidade da chegada do "corralito" que mais não é do que uma medida que evita a corrida ao levantamento do dinheiro depositado nos bancos de forma massiva (estabelecendo máximos diários), o que provocaria a ruptura inevitável de todo o sistema financeiro; para isso poderão ser incrementadas medidas que dificultem ou mesmo proíbam as transferências para contas estrangeiras, o que seria entendido como o primeiro sinal de alarme.

Da mesma forma, Krugman  conceituado Nobel de Economia vaticina a saída da Grécia da moeda única Europeia, já no próximo mês, e muitas são as vozes que acreditam ou mesmo defendem que a Grécia deverá fazer tábua rasa da sua dívida externa.

O certo é que a Itália não está muito longe da situação Espanhola, e é igualmente grande demais para ser resgatada, razão pela qual as preocupações europeias com Espanha estejam duplamente justificadas, já que o seu afundamento terá inevitavelmente um efeito dominó.


Apesar de tudo, o Povo Espanhol é trabalhador e unido, e saberá enfrentar com determinação as adversidades, e obrigará os políticos a emendar a mão. 

Não se acomodarão nem deixarão os seus destinos ao sabor da maré...
Como outros o fazem..... 

 Leiam a Opinião de Krugman  aqui divulgada no Rastreador de Notícias

2 comentários:

Joaquim Narciso disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Joaquim Narciso disse...
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